2007/08/28

Your de 2003- Etapa 9-Descida para Gap

Aqui está.
Vinokourov ataca na subida.
Apenas respodem Armstrong e Beloki.
Encetam, ambos, na descida, uma persegição infernal que haveria de acabar com fracturas do ombro e da anca para Beloki e um passeio "cross country" para Armstrong.
Vinokourov ganhou a etapa e Armstrong o Tour.
Beloki nunca mais foi nada.

2007/08/26

Tour de France.2003

Eu vi isto em directo.
Uma das mais espantosas demonstrações de desportivismo e capacidade atlética que jamais presenciei.
É pena não ter uma outra situação em que o Armstrong esperou pelo Ulrich depois dele ter caído.
Vou à procura de uma outra com o Beloki onde, numa descida fantástica atrás do Vonokourov, andou a "passear" num campo de trigo já cortado...

Internet Crash

Pode acontecer...

2007/08/25

Drubovnik-Croácia

Talvez um dia...

9h00
Dubrovnik pode ainda não ser uma cidade massificada pelo turismo, mas é muito procurada, sobretudo por visitantes que vêm ali passar uma horas ou o dia em tours organizados. Para aproveitar bem o centro histórico, sem muita gente, comece cedo o dia. Aliás, faça melhor e vá tomar um café, o melhor da cidade, no Festival (Stradun, www.cafefestival.com), uma paragem obrigatória e um ritual diário de muitos locais.

9h30
De café tomado, aproveite que está na principal artéria da cidade, a Placa (também conhecida como Stradun), para a percorrer. Pela manhã, a identidade desta rua é totalmente diferente da que encarna ao final da tarde, altura em que começa a movida local. Por agora, abra bem os olhos e delicie-se com a arquitectura.

10h00
Se caminhar na direcção Este vai dar a uma das principais praças da Cidade Velha, a Luˇza, onde ficam vários edifícios públicos a que vale a pena prestar atenção. A norte da praça está o Sponza, um palácio do século XVI em cujo átrio decorrem os concertos de Verão, no centro a estátua do guerreiro Orlando, a sul a igreja barroca de São Vlaho. O flanco oriental é fechado por uma loggia, a caserna e a Fonte do Onofre.

11h00
Vale a pena chegar antes do meio-dia à Gunduliceva Poljana, assim chamada em homenagem ao poeta Ivan Gundulic, pois nesta praça decorre um delicioso mercado de frutos e vegetais frescos, onde pode comprar figos e ameixas.

13h00
No centro histórico abundam os restaurantes turísticos. Nem todos são maus ou desvirtuados, mas siga o nosso conselho e opte por um que se destaca ente os demais pela qualidade das suas pastas caseiras e pelos grelhados de peixe e marisco. Estamos a falar do Rozarij (Zladarska, 4).

15h00
De volta a Placa, aproveite para se refugiar do calor estival no fresco do Mosteiro e Igreja dos Franciscanos. Com um estilo que varia entre o românico e o gótico, o complexo abriga o túmulo do poeta Divo Fran Dunduliæ, natural de Dubrovnik, vários instrumentos e peças de uma farmácia do século XIV e uma biblioteca com mais de 30 mil livros, 1500 manuscritos e 15 livros de coral ilustrados dos séculos XV e XVI.

17h00
Dubrovnik é uma cidade onde se vai cruzar com várias gerações de habitantes locais, dos jovens cosmopolitas aos velhos que não dispensam os seus cachimbos, que se misturam com todos os tipos de turistas. Mas existem pontos de encontro consensuais, como a Dolce Vita (Naljeskoviceva, 1), que possui gelados muito apreciados.

18h00
Aproveite o entardecer para ir até à principal entrada nas muralhas que rodeiam a Cidade Velha. Estamos a falar do Portão de Pile. Dali avista a imponente Fortaleza de Lovrijenac, construída num penhasco sobre o mar e reconstruída por várias vezes entre os séculos XV e XVI. Hoje é palco das peças de Verão, mas a espessura dos muros, nalguns casos superior a seis metros, atesta bem o seu passado bélico.

19h00
Para uma happy hour ao gosto dálmata, mas com um toque tropical, vá até ao Hemingway Cocktail Lounge (Pred Dvorom b.b.) para beber, fumar um charuto e ver quem passa na Cidade Velha. Música ambiente, bons sofás e cadeirões de verga.

20h30
Nunca é demais aproveitar a imagem de cartão postal proporcionada pela baía ladeada pelas muralhas de Bokovar e de Lovrijenac; logo, eleja para um jantar muito agradável a esplanada do Orhan (Od. Tabakarije, 1, www.restaurant-orhan.com), perto da principal entrada das muralhas, o Pile, que possui uma ementa variada, com grande destaque para os frutos do mar e o peixe muito frescos (prove os mexilhões e as ostras).

22h00
Para depois do jantar existem várias opções, mas se quer começar o serão com música jazz e muita animação, o Trubadur Hard Jazz Café (Buniceva Poljana, 2) é, a partir das 21h30, o lugar indicado, com serviço de esplanada.

00h00
Dubrovnik possui alguns clubes nocturnos, não muitos, onde é possível terminar a noite. Comecemos pelo Latino Clube Fuego (Brsalje, 11), que continua a ser uma discoteca de referência (fica perto do Pile) e uma das raras que se mantém animada depois da uma da manhã. Já o Eastwest Beach Club, que está na praia junto à Cidade Velha, é o lugar perfeito para ver e ser visto. Consta que terá novidades este Verão.

2007/08/21

Quadros Interactivos

este exemplo mostra bem o que como estes quadros podem ser um instrumento pedagógico fabuloso.

2007/08/19

THELONIOUS MONK QUARTET - 'ROUND MIDNIGHT

Eu gosto de Monk. Mais como compositor do que como pianista. Mas ninguem como ele para tocar o "seu" Round Midnight.

Neil Young - Heart of Gold

Eu gosto do Neil. com Crazy Horse ou sem. Com Crosby, Stills and Nash ou sem.
Há quem diga que Trasher do album Rust never Sleeps é do melhor. Talvez mas eu continuo a perferir Dejá Vu comos amigos já referidos.

Lou Reed - New York I love you

Spice MILFs

2007/08/12

Judy Garland

2007/08/05

Buga Bunny and Daffi Duck

http://www.youtube.com/watch?v=I9vw0QWCG28

2007/07/21

Yes prime Minister

A imprensa tal como ela é em Inglaterra...

2007/07/14

Dean Martin

Dean Martin, James Setwart e Orson Wells e outros amigos "Having Fun"

2007/06/30

Heater

Boa malha e aqui tambem

Uma Jornalista à altura

http://www.youtube.com/watch?v=6VdNcCcweL0&mode=related&search=#

Uma jornalista recusa, em directo, ler uma noticia sobre Paris Hilton...

2007/06/29

O 25 de Abril

Quarta-feira, Abril 25, 2007

ainda bem
aqui há 33 anos fui, como muito boa gente, um bocadolas romântico e irrealista e foi baita cool.... depois uns ficaram pragmáticos....outros ficaram cínicos.....outros apanharam a boleia e orientaram a vidinhazinhazinha....outros apanharam uma tosga.....outros ficaram lá há 30 e três anos e ainda não sairam de lá.....e outros ficaram simplesmente filhos da puta...... é a vida as usual.....mas todos puderam ser aquilo que desejaram.....
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25 de Abril

Quarta-feira, Abril 25, 2007

ainda bem
aqui há 33 anos fui, como muito boa gente, um bocadolas romântico e irrealista e foi baita cool.... depois uns ficaram pragmáticos....outros ficaram cínicos.....outros apanharam a boleia e orientaram a vidinhazinhazinha....outros apanharam uma tosga.....outros ficaram lá há 30 e três anos e ainda não sairam de lá.....e outros ficaram simplesmente filhos da puta...... é a vida as usual.....mas todos puderam ser aquilo que desejaram.....
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O homem bomba - gato fedorento

http://kachiba.blogspot.com/search/label/VIDEOS

O Tejo é mais belo...

http://cagalhoum.blogspot.com/2007/06/o-tejo-mais-belo.html

Ideias para Lisboa

Com a devida vénia ao Fogareiro:

Ideias para Lisboa
As manhãs de sábado são de pouco trabalho e muitas leituras. Não dispenso o semanário «SOL» e muito em especial as crónicas do seu director, José António Saraiva. A última foi dedicada a Lisboa, que vive momento eleitoral. Transcrevo-a, com a devida vénia, neste cantinho pessoal.Em lugar de falar dos candidatos, parece-me mais útil aproveitar esta época eleitoral para fazer sugestões para Lisboa.Já fiz algumas, no passado, sem quaisquer resultados.Uma delas foi a cobertura da Rua Garrett, da Rua do Carmo e da Rua Nova do Almada com uma grande clarabóia de vidro, à semelhança da galeria Victor Emanuel, em Milão, tornando o Chiado um grande centro comercial de lojas tradicionais.Outra foi a transferência da Feira do Livro para a zona do Rossio, Praça da Figueira e Martim Moniz, ligando as três praças, chamando mais gente para o centro da cidade e dando-lhe um ambiente de festa – ao mesmo tempo que a feira beneficiaria da presença de esplanadas e lojas à volta (abertas à noite), que a tornariam mais atractiva.E o facto de aquela zona ser abrigada e plana, ao contrário do Parque Eduardo VII, que é inclinado e ventoso, seria um factor de comodidade para os visitantes.Hoje vou defender outra ideia, não tão original, mas que mudaria a parte ocidental de Lisboa.Um dos problemas que esta zona tem é a difícil ligação ao rio.Embora se estenda ao longo do Tejo, a faixa que vai do Terreiro do Paço a Algés não tem praticamente contacto com ele.Porquê?Essencialmente, porque a linha férrea funciona como uma barreira de arame farpado que corta o acesso à zona ribeirinha dos lisboetas que moram nessa parte da cidade.Os pontos de ligação resumem-se a meia dúzia de passagens aéreas e dois túneis, o que além de pouco prático é ridículo numa frente tão extensa.Por isso, em algumas propostas para Lisboa, defendeu-se o desnivelamento da linha férrea naquele troço – investimento que se verificou, porém, ser pouco rentável para a companhia.E o problema foi-se arrastando sem solução à vista.Sucede que, agora, a solução está na cara.Só não a vê quem não quer.Quando a linha de Cascais foi construída, no princípio do século XX, a zona a Ocidente do Cais do Sodré não passava de «arrabaldes».Havia lá meia dúzia de palácios, outras tantas quintas, uns monumentos erguidos na praia em memória de tempos passados – como os Jerónimos – e pouco mais.Entretanto, Lisboa cresceu para aí.A Exposição do Mundo Português, em 1940, atraiu gente e serviços.Alcântara, Belém, Pedrouços e Algés encheram-se de vida.E hoje, 100 anos passados, não faz qualquer sentido aquela zona ser atravessada por uma linha de caminho-de-ferro.Tratando-se de uma zona urbana, tem de ser bem servida por transportes urbanos.Juntando 1+1, ou seja, a vantagem de «enterrar» a linha férrea e a necessidade de dotar a parte ocidental de transportes «de cidade», o que resulta?Obviamente, acabar com o comboio entre o Cais do Sodré e Algés, e prolongar até aqui o Metropolitano.Julgo que obra mais óbvia não existe em Lisboa.Com a vantagem de ser uma obra de futuro.Porque, ao contrário de certas áreas da cidade que estão relativamente estabilizadas, a parte ocidental está em constante evolução.A zona ribeirinha, mesmo com os actuais condicionamentos, vai-se desenvolvendo – como se vê pelos bares e restaurantes das docas em Alcântara, pela animação na área de Belém e pelas instalações previstas para o local da Docapesca.O turismo não pára todos os anos de aumentar – e em Belém situa-se parte importante da oferta turística lisboeta, como o Museu dos Coches, o Palácio de Belém, os Jerónimos, o CCB, a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Museu de Marinha, o Museu de Arqueologia e Etnografia, o Planetário. Finalmente, há projectos imobiliários de grande fôlego previstos para Alcântara, e novas urbanizações que têm surgido no lugar ocupado por antigas fábricas, no tempo em que ali era uma zona industrial.Saída do troço da linha da CP entre o Cais do Sodré e Algés, e sua substituição por uma linha de Metropolitano – aqui fica mais uma sugestão para Lisboa. Com poucas esperanças de que venha a ser aproveitada.