Quem te avisa...
Ontem no DN
por PEDRO SOUSA TAVARES
Aos dois anos mais de 80% das crianças têm referências 'online', revela estudo internacional. Especialista alerta para os riscos
Um casal orgulhoso criou um blogue para partilhar fotografias da sua bebé de dois meses. Algum tempo depois, "as mesmas imagens estavam a ser usadas num anúncio na Internet, em que se informava que a criança estava à venda, e se descrevia todo o tipo de actividades a que o comprador se poderia dedicar".
O caso extremo, descrito ao DN por Tito de Morais, fundador do site "miudossegurosna.net", ilustra o tipo de riscos que o "compreensível desejo de partilhar a alegria e o orgulho da paternidade" podem trazer, quando esta partilha é feita em plataformas "acessíveis a toda a gente".
O facto é que, cada vez mais, recursos como blogues e redes sociais são encarados pelos seus utilizadores como álbuns de fotografias ou diários, onde se registam e partilham pormenores sobre a vida e a evolução dos filhos.
Segundo um estudo da AVG, uma empresa de segurança online, conduzido na América do Norte, em cinco países europeus, na Austrália, Japão e Nova Zelândia, um quarto das crianças dos países desenvolvidos já "existe" na Web antes de nascer. Imagens de ecografias, informações diversas, como o futuro nome, são alguns dos detalhes que pais e mães vão partilhando pela rede.
Ao chegarem aos dois anos, de acordo com o mesmo relatório, 81% das crianças já têm alguma referência à sua existência. Números que contrastam com o grau de preocupação das mães entrevistadas pela AVG, segundo a qual é em Espanha que mais mulheres confessam preocupação com a divulgação destas informações sobre os filhos e, ainda assim, apenas 3,8% das inquiridas.
Portugal não foi abrangido pelo estudo mas, segundo Tito de Morais, desde "há alguns anos" que se têm tornado mais comuns os blogues de bebés. O especialista lembra que já existem funcionalidades, como a possibilidade de criar grupos nas redes sociais, que "limitam as pessoas que acedem aos conteúdos", mas alerta que "nenhum círculo é 100% seguro".
2010/10/23
Já estou a afiar as unhas e a preparar a carteira.

Abre hoje, sexta-feira, as suas portas o 21.ª edição do Amadora BD - Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, que se prolonga até ao dia 7 de Novembro. São 17 dias, dezenas de autores e centenas de pranchas no Fórum Luís de Camões, na Brandoa.

Abre hoje, sexta-feira, as suas portas o 21.ª edição do Amadora BD - Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, que se prolonga até ao dia 7 de Novembro. São 17 dias, dezenas de autores e centenas de pranchas no Fórum Luís de Camões, na Brandoa.
Porto Editora disponibiliza Conversor do Acordo Ortográfico
Noticia do Diário Digital.
O Conversor do Acordo Ortográfico é o novo serviço gratuito criado pela Porto Editora, que disponibiliza uma ferramenta para converter textos para a nova grafia, incluindo documentos em formato Word.
«Acessível através do endereço www.portoeditora.pt, o Conversor do Acordo Ortográfico destaca-se por permitir a conversão de textos em formato Word. No módulo Conversor de Ficheiro, selecciona-se e carrega-se o documento a partir do computador, insere-se o nome e o email e rapidamente é-se notificado por correio electrónico para se descarregar o documento. No texto, todas as alterações surgem identificadas, ajudando o utilizador a perceber as alterações feitas», informa um comunicado da Porto Editora. «Para quem pretende converter pequenos textos até 3000 caracteres, o módulo Conversor de Texto resolve instantaneamente a questão. Basta inserir o texto na área superior do conversor e clicar em converter – de imediato, surge o texto adaptado na área inferior com a indicação, em sublinhado, das palavras modificadas».
Boas notícias mas (como eu odeio as adversativas) fui lá agora e o Conversor não estava disponivel.
Aguardemos melhores dias.
Para já fica nos "Favoritos".
O Conversor do Acordo Ortográfico é o novo serviço gratuito criado pela Porto Editora, que disponibiliza uma ferramenta para converter textos para a nova grafia, incluindo documentos em formato Word.
«Acessível através do endereço www.portoeditora.pt, o Conversor do Acordo Ortográfico destaca-se por permitir a conversão de textos em formato Word. No módulo Conversor de Ficheiro, selecciona-se e carrega-se o documento a partir do computador, insere-se o nome e o email e rapidamente é-se notificado por correio electrónico para se descarregar o documento. No texto, todas as alterações surgem identificadas, ajudando o utilizador a perceber as alterações feitas», informa um comunicado da Porto Editora. «Para quem pretende converter pequenos textos até 3000 caracteres, o módulo Conversor de Texto resolve instantaneamente a questão. Basta inserir o texto na área superior do conversor e clicar em converter – de imediato, surge o texto adaptado na área inferior com a indicação, em sublinhado, das palavras modificadas».
Boas notícias mas (como eu odeio as adversativas) fui lá agora e o Conversor não estava disponivel.
Aguardemos melhores dias.
Para já fica nos "Favoritos".
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Conversor ortográfico de texto,
Porto editora
Ongoing para o Brasil espero que só com bilhete de ida
Jornal de Negócios 22 de Outubro:
Para quem não sabia o que era a Ongoing na Comissão de Inquérito Parlamentar sobre a liberdade de imprensa( ou será para lamentar?) não está mal.
Um dos deputados que o PSD de Pacheco e Manuela atirou para a frente de combate nas acusações a Sócrates de ingerência nos media troca o lugar de deputado por um cargo na Ongoing, a tal empresa que o PSD de Pacheco e Manuela considerava estar no olho do furacão das alegadas manobras socialistas.
Se isto não merece uma comissão de inquérito...
Para quem não sabia o que era a Ongoing na Comissão de Inquérito Parlamentar sobre a liberdade de imprensa( ou será para lamentar?) não está mal.
Um dos deputados que o PSD de Pacheco e Manuela atirou para a frente de combate nas acusações a Sócrates de ingerência nos media troca o lugar de deputado por um cargo na Ongoing, a tal empresa que o PSD de Pacheco e Manuela considerava estar no olho do furacão das alegadas manobras socialistas.
Se isto não merece uma comissão de inquérito...
José Carmo Francisco
Retirado do Aspirina B.
Não sei se há vida depois da morte mas tenho a certeza de que há morte depois da vida.
Não sei se há vida depois da morte mas tenho a certeza de que há morte depois da vida.
Stade Gerland
Ontem o Benfica jogou contra o Olympique de Lyon no Stade Gerland mas este post não é sobre este evento, mas sim sobre outro, também desportivo.
Falamos de Rugby.
Tive o prazer de, neste mesmo estádio, assistir em Setembro de 2007 ao celebre (para nós, os amantes de rugby) encontro entre os All Blacks e Os Lobos.
A imagem de dignidade, empenho, valentia e orgulho que a nossa selecção deixou no encontro, onde fomos "cilindrados" pela melhor selecção de rugby do mundo, foi profusamente relatado na imprensa francesa da especialidade.
Aqui fica o momemto histórico do ensaio conseguido contra os mais poderosos.
Para além disso fica também o ambiente que se vivia antes do jogo (bem diferente do futebol porque o pessoal do rugby é gente civilizada) e o famoso haka dos neo-zelandeses filmados por mim.
Nota: Reparar ao segundo 11, do silenciar de um alarve infiltrado, seguramente da tribo do futebol.
Falamos de Rugby.
Tive o prazer de, neste mesmo estádio, assistir em Setembro de 2007 ao celebre (para nós, os amantes de rugby) encontro entre os All Blacks e Os Lobos.
A imagem de dignidade, empenho, valentia e orgulho que a nossa selecção deixou no encontro, onde fomos "cilindrados" pela melhor selecção de rugby do mundo, foi profusamente relatado na imprensa francesa da especialidade.
Aqui fica o momemto histórico do ensaio conseguido contra os mais poderosos.
Para além disso fica também o ambiente que se vivia antes do jogo (bem diferente do futebol porque o pessoal do rugby é gente civilizada) e o famoso haka dos neo-zelandeses filmados por mim.
Nota: Reparar ao segundo 11, do silenciar de um alarve infiltrado, seguramente da tribo do futebol.
2010/10/22
Mistérios
O Jaime Bulhosa da Pó dos Livros colocou uma questão interessante:
Conta-se que um conhecido astrofísico e poeta francês, Michel Cassé, colocou a seguinte questão científica: «Sabendo que uma torrada cai sempre do lado da manteiga e que os gatos caem sempre em cima das quatro patas, perante estas duas verdades fundamentais, que se passará com um gato untado de manteiga?» Até ontem esta questão nunca tinha tido resposta.
Alguém sabe responder?
Conta-se que um conhecido astrofísico e poeta francês, Michel Cassé, colocou a seguinte questão científica: «Sabendo que uma torrada cai sempre do lado da manteiga e que os gatos caem sempre em cima das quatro patas, perante estas duas verdades fundamentais, que se passará com um gato untado de manteiga?» Até ontem esta questão nunca tinha tido resposta.
Alguém sabe responder?
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Temos de ir à bruxa...
Sempre com a cortezia de Cartunes e Bonecos aqui fica, tendo em consideração que ",mais vale uma imagem que cem palavras, o que me apetece dizer sobre a situação actual:

Acrescento: Se ela deixar.

Acrescento: Se ela deixar.
Si non é vero é bene trovato
Um Amigo enviou-me o seguinte chiste:
Um sujeito chega ao céu, onde é recebido por São Pedro.
Após os cumprimentos, São Pedro explica-lhe que, para entrar, os
homens têm que cortar a pila.
- Que disparate, São Pedro! Como é que eu vou cortar uma coisa que na
Terra me deu tanta alegria?!?
- Não há outra forma, meu filho. Aqui no céu não há sexo. Ou deixas
cortar, ou não entras.
O tipo olha para baixo, vê as caldeiras fumegantes do inferno e acaba
por aceitar.
É levado a uma sala onde há três pessoas à espera. Pouco depois chega
uma anjinha muita linda, vestida de enfermeira, com
as asinhas envolvidas em película esterilizada e manda entrar o próximo.
Segundos após, ouvem-se vários gritos de dor. Silêncio.
Volta a anjinha e chama mais um. Desta vez ouve-se apenas um grito
forte de dor e depois, silêncio.
Quando chega a vez do terceiro, nada se ouve. Silêncio profundo.
Chega a vez do sujeito. Ele pede à anjinha uma explicação a respeito
dos gritos diferentes e ela responde, muito surpreendida
- Não te explicaram?!? Então é assim? aqui a gente corta tal coisa de
acordo com a profissão que o dono teve na Terra.
O primeiro gritou muito, porque eu lhe serrei a pila, já que ele era
serralheiro.
O segundo deu só um grito forte, porque foi cortada de uma só vez, ele
era talhante.
O terceiro não gritou porque era médico e foi anestesiado antes.
O nosso amigo desata a rir às gargalhadas. Sem entender nada, a
anjinha fica a olhar. Então o rapaz desaperta os botões da calças e
diz à anjinha:
- Chupa até ele cair, meu amor! Na Terra eu era vendedor de gelados!!!
Um sujeito chega ao céu, onde é recebido por São Pedro.
Após os cumprimentos, São Pedro explica-lhe que, para entrar, os
homens têm que cortar a pila.
- Que disparate, São Pedro! Como é que eu vou cortar uma coisa que na
Terra me deu tanta alegria?!?
- Não há outra forma, meu filho. Aqui no céu não há sexo. Ou deixas
cortar, ou não entras.
O tipo olha para baixo, vê as caldeiras fumegantes do inferno e acaba
por aceitar.
É levado a uma sala onde há três pessoas à espera. Pouco depois chega
uma anjinha muita linda, vestida de enfermeira, com
as asinhas envolvidas em película esterilizada e manda entrar o próximo.
Segundos após, ouvem-se vários gritos de dor. Silêncio.
Volta a anjinha e chama mais um. Desta vez ouve-se apenas um grito
forte de dor e depois, silêncio.
Quando chega a vez do terceiro, nada se ouve. Silêncio profundo.
Chega a vez do sujeito. Ele pede à anjinha uma explicação a respeito
dos gritos diferentes e ela responde, muito surpreendida
- Não te explicaram?!? Então é assim? aqui a gente corta tal coisa de
acordo com a profissão que o dono teve na Terra.
O primeiro gritou muito, porque eu lhe serrei a pila, já que ele era
serralheiro.
O segundo deu só um grito forte, porque foi cortada de uma só vez, ele
era talhante.
O terceiro não gritou porque era médico e foi anestesiado antes.
O nosso amigo desata a rir às gargalhadas. Sem entender nada, a
anjinha fica a olhar. Então o rapaz desaperta os botões da calças e
diz à anjinha:
- Chupa até ele cair, meu amor! Na Terra eu era vendedor de gelados!!!
2010/10/21
Manuela Moura Guedes volta ao ataque.

Faço minhas as palavras do Tomás Vasques e acrescento: puta que pariu.
Manuela Moura Guedes rescindiu o contrato com a TVI. Ao que dizem, trocou a sua luta pela liberdade de expressão por trezentos mil euros, depois de ter iniciado as negociações a exigir um milhão de euros. E, com a conta bancária já recheada, ainda escreveu na sua página do facebook: «Faço parte, a partir de hoje, do imenso grupo de desempregados deste país!» Qualquer desempregado, qualquer trabalhador mal pago e sem liberdade de expressão dirá: foda-se!
2010/10/20
Serie Grandes Capas de BD-II
2010/10/19
Serie Grandes Capas de BD-I
Começa aqui a serie Grandes Capas, maioritariamente de Banda Desenhada, retirado exclusivamente do "material" que existe aqui por casa .
A honra de abertura, com toda a justiça, vai para a capa do Numero Especial de Natal do Cavaleiro Andante de 1952.

O número, para alem das habituais pranchas das histórias em continuação, normal em qualquer "fanzine", continha um "album" completo (se assim se pode chamar para aquele tempo). A adaptação para BD do romance Kim de Rudyard Kipling. A autoria argumento e das pranchas está omissa como era hábito naquela altura(infelizmente).
A honra de abertura, com toda a justiça, vai para a capa do Numero Especial de Natal do Cavaleiro Andante de 1952.

O número, para alem das habituais pranchas das histórias em continuação, normal em qualquer "fanzine", continha um "album" completo (se assim se pode chamar para aquele tempo). A adaptação para BD do romance Kim de Rudyard Kipling. A autoria argumento e das pranchas está omissa como era hábito naquela altura(infelizmente).
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2010/10/16
2010/10/15
Los 33 del Chile
Via 2 dedos de conversa cheguei ao escrito mais bem conseguido sobre este tema, pelo meu bem conhecido Luís Sepúlveda
Comentários, que faço meus, do autor do referido blog.
Los 33
Chile es un país que crece en las tragedias. El poeta Fernando Alegría escribió: «cuando nos azota un temporal o nos sacude un terremoto, cuando Chile ya no puede estar seguro de sus mapas, digo enfurecido ¡viva Chile, mierda!». En el mes de agosto y todavía con la mitad del sur de país derribado por el terremoto del 27 de febrero, la voz de alarma llegó del norte, del desierto de Atacama, y supimos que 33 mineros habían quedado atrapados tras el derrumbe de una mina propiedad de una empresa que violaba todas las reglas de seguridad laboral. Treinta y tres hombres, uno de ellos boliviano, permanecieron atrapados a 700 metros de profundidad durante 69 días hasta que, y pese al show mediático montado por el Gobierno, empezaron a salir uno a uno de las profundidades de la tierra.
Mientras escribo estas líneas ya han salido ocho, y lo han hecho de pie, recibiendo el saludo efusivo de sus compañeros que los buscaron, encontraron y cavaron la dura roca hasta que, con el lenguaje parco de los mineros, les dijeron que los sacarían de ahí.
Cuando salió el primero, el presidente Piñera daba gracias a dios y a la nomenclatura en orden de importancia de cargos, pero olvidó agradecer a los mineros de Pensylvania que, por haber experimentado una tragedia similar, se solidarizaron con sus lejanos compañeros de Atacama y aportaron los conocimientos técnicos -cultura minera- y parte de la maquinaria que hizo posible el rescate. Tampoco mencionó a dos héroes silenciosos, dos internacionalistas del trabajo: James Stefanic y Matt Stafeard, los dos operadores que llegaron hasta los mineros atrapados y son los grandes responsables del rescate.
Mientras sacaban al segundo minero, que salía del calor y la humedad del encierro a 700 metros bajo tierra para enfrentarse a la sequedad y 10 grados bajo cero del desierto, el presidente Piñera no resistió la tentación de otra conferencia de prensa 'in situ' y en la que lo único destacable fue la vacilante declaración de intenciones para hacer algo por la seguridad laboral de los mineros. En su torpeza evidente, Piñera omite que ha sido justamente la derecha chilena la más feroz opositora a que se regule la seguridad laboral, indicando que los controles son sinónimo de burocracia y atentan contra la libertad de mercado.
En medio de su show cargado de gestos religiosos, Piñera omitió cualquier referencia a la triste situación de los otros doscientos y tantos mineros de la misma empresa, que trabajaban en la misma mina, que desde el mes de agosto no reciben sus salarios. Esta empresa se atrevió a declarar que incluso los 33 atrapados no cobrarían por todos los días bajo tierra, porque, sencillamente, no habían trabajado. Y la respuesta del Gobierno brilló por su ausencia.
La tragedia, esos 33 hombres sepultados, ha sido utilizada para marcar de invisibilidad al otro Chile, al país que no sale en televisión, por ejemplo, a los mapuche, cuya dramática huelga de hambre desapareció de la actualidad, ese sucedáneo del presente que se impone a la masa acrítica y dada al aplauso fácil que los modernos comunicadores llaman 'opinión pública'.
Desde luego que es emocionante verlos salir, uno a uno, y más emocionante es ver que esos 33 mineros, pese a los regalos prometidos, un viaje a España para ver un partido del Real Madrid, un viaje a Inglaterra para ver un partido del Manchester United, un iphone de última generación, un viaje a Grecia y hasta diez mil dólares a cada uno donados por un empresario chileno que aspira a ser presidente del país, pese a todo eso siguen siendo mineros y, por eso mismo, anunciaron la creación de una fundación que se preocupe de la situación de todos los trabajadores de la minería afectados por la irresponsabilidad de las empresas.
Sacarlos de ahí ha sido una proeza, pero una proeza de todos los que sudaron hasta conseguirlo y no de los encargados del show del rescate.
Y la mayor proeza será lograr que en Chile se respeten las normas de seguridad laboral para que nunca más 33 mineros desaparezcan en las entrañas de la tierra.
Quatro apontamentos no rescaldo da grande operação de salvamento dos mineiros chilenos:
- A excessiva presença de Sebastián Piñera raiou o pornográfico. Os desgraçados dos mineiros saíam das entranhas da terra após um horror de mais de dois meses, e uma das primeiras coisas que tinham de fazer era abraçar o presidente e dar um beijinho àquela loira que lá estava ao lado?!
(Num momento inicial de espera um jornalista na TV explicou que já estava tudo a postos, mas não podiam dar início enquanto o presidente não chegasse, porque ele queria dirigir a operação pessoalmente. Espero que não seja verdade.)
- No meio da euforia, parece que todos se esqueceram das circunstâncias em que o acidente ocorreu. Já foram tomadas medidas em relação à segurança das outras minas?
- Ao pensar neste momento chileno não consigo deixar de lembrar com tristeza a China, de onde nos chegam tantas vezes notícias de acidentes e dezenas de mortes em minas. Lá não há milagres.
- Parafraseando o Mario Sepúlveda: viva a aldeia global, mierda! A Alemanha forneceu uma das escavadoras especiais, bem como a cápsula Fenix (mas não digo para que fins foi esta inventada, para não sujar a escrita). A NASA contibuiu com o seu know-how ligado às experiências no espaço. E com certeza outros países e instituições terão colaborado nesta operação. Bem sei que isto é um lugar-comum, mas hoje apetece repetir: é bom ver que neste nosso mundo caótico é possível unir os esforços por uma boa causa. Vivam todos!
(Adenda: a cápsula Fénix foi construída no Chile, inspirada num modelo alemão de 1955, a Dahlbusch-Bombe)
Comentários, que faço meus, do autor do referido blog.
Los 33
Chile es un país que crece en las tragedias. El poeta Fernando Alegría escribió: «cuando nos azota un temporal o nos sacude un terremoto, cuando Chile ya no puede estar seguro de sus mapas, digo enfurecido ¡viva Chile, mierda!». En el mes de agosto y todavía con la mitad del sur de país derribado por el terremoto del 27 de febrero, la voz de alarma llegó del norte, del desierto de Atacama, y supimos que 33 mineros habían quedado atrapados tras el derrumbe de una mina propiedad de una empresa que violaba todas las reglas de seguridad laboral. Treinta y tres hombres, uno de ellos boliviano, permanecieron atrapados a 700 metros de profundidad durante 69 días hasta que, y pese al show mediático montado por el Gobierno, empezaron a salir uno a uno de las profundidades de la tierra.
Mientras escribo estas líneas ya han salido ocho, y lo han hecho de pie, recibiendo el saludo efusivo de sus compañeros que los buscaron, encontraron y cavaron la dura roca hasta que, con el lenguaje parco de los mineros, les dijeron que los sacarían de ahí.
Cuando salió el primero, el presidente Piñera daba gracias a dios y a la nomenclatura en orden de importancia de cargos, pero olvidó agradecer a los mineros de Pensylvania que, por haber experimentado una tragedia similar, se solidarizaron con sus lejanos compañeros de Atacama y aportaron los conocimientos técnicos -cultura minera- y parte de la maquinaria que hizo posible el rescate. Tampoco mencionó a dos héroes silenciosos, dos internacionalistas del trabajo: James Stefanic y Matt Stafeard, los dos operadores que llegaron hasta los mineros atrapados y son los grandes responsables del rescate.
Mientras sacaban al segundo minero, que salía del calor y la humedad del encierro a 700 metros bajo tierra para enfrentarse a la sequedad y 10 grados bajo cero del desierto, el presidente Piñera no resistió la tentación de otra conferencia de prensa 'in situ' y en la que lo único destacable fue la vacilante declaración de intenciones para hacer algo por la seguridad laboral de los mineros. En su torpeza evidente, Piñera omite que ha sido justamente la derecha chilena la más feroz opositora a que se regule la seguridad laboral, indicando que los controles son sinónimo de burocracia y atentan contra la libertad de mercado.
En medio de su show cargado de gestos religiosos, Piñera omitió cualquier referencia a la triste situación de los otros doscientos y tantos mineros de la misma empresa, que trabajaban en la misma mina, que desde el mes de agosto no reciben sus salarios. Esta empresa se atrevió a declarar que incluso los 33 atrapados no cobrarían por todos los días bajo tierra, porque, sencillamente, no habían trabajado. Y la respuesta del Gobierno brilló por su ausencia.
La tragedia, esos 33 hombres sepultados, ha sido utilizada para marcar de invisibilidad al otro Chile, al país que no sale en televisión, por ejemplo, a los mapuche, cuya dramática huelga de hambre desapareció de la actualidad, ese sucedáneo del presente que se impone a la masa acrítica y dada al aplauso fácil que los modernos comunicadores llaman 'opinión pública'.
Desde luego que es emocionante verlos salir, uno a uno, y más emocionante es ver que esos 33 mineros, pese a los regalos prometidos, un viaje a España para ver un partido del Real Madrid, un viaje a Inglaterra para ver un partido del Manchester United, un iphone de última generación, un viaje a Grecia y hasta diez mil dólares a cada uno donados por un empresario chileno que aspira a ser presidente del país, pese a todo eso siguen siendo mineros y, por eso mismo, anunciaron la creación de una fundación que se preocupe de la situación de todos los trabajadores de la minería afectados por la irresponsabilidad de las empresas.
Sacarlos de ahí ha sido una proeza, pero una proeza de todos los que sudaron hasta conseguirlo y no de los encargados del show del rescate.
Y la mayor proeza será lograr que en Chile se respeten las normas de seguridad laboral para que nunca más 33 mineros desaparezcan en las entrañas de la tierra.
Quatro apontamentos no rescaldo da grande operação de salvamento dos mineiros chilenos:
- A excessiva presença de Sebastián Piñera raiou o pornográfico. Os desgraçados dos mineiros saíam das entranhas da terra após um horror de mais de dois meses, e uma das primeiras coisas que tinham de fazer era abraçar o presidente e dar um beijinho àquela loira que lá estava ao lado?!
(Num momento inicial de espera um jornalista na TV explicou que já estava tudo a postos, mas não podiam dar início enquanto o presidente não chegasse, porque ele queria dirigir a operação pessoalmente. Espero que não seja verdade.)
- No meio da euforia, parece que todos se esqueceram das circunstâncias em que o acidente ocorreu. Já foram tomadas medidas em relação à segurança das outras minas?
- Ao pensar neste momento chileno não consigo deixar de lembrar com tristeza a China, de onde nos chegam tantas vezes notícias de acidentes e dezenas de mortes em minas. Lá não há milagres.
- Parafraseando o Mario Sepúlveda: viva a aldeia global, mierda! A Alemanha forneceu uma das escavadoras especiais, bem como a cápsula Fenix (mas não digo para que fins foi esta inventada, para não sujar a escrita). A NASA contibuiu com o seu know-how ligado às experiências no espaço. E com certeza outros países e instituições terão colaborado nesta operação. Bem sei que isto é um lugar-comum, mas hoje apetece repetir: é bom ver que neste nosso mundo caótico é possível unir os esforços por uma boa causa. Vivam todos!
(Adenda: a cápsula Fénix foi construída no Chile, inspirada num modelo alemão de 1955, a Dahlbusch-Bombe)
Venezuela Brass Ensemble
A propósito do post anterior fui descobrir o que se segue.
O pessoal diverte-se.
I Got Rhythm
George Gershwin
Maestro- Thomas Clamor
Tico Tico
Alma Llanera
O pessoal diverte-se.
I Got Rhythm
George Gershwin
Maestro- Thomas Clamor
Tico Tico
Alma Llanera
Mambo
Com a devida vénia à Ana, aqui se transcreve um seu post e subscrevendo o mesmo pedido final.
Gustavo Dudamel e a Orquestra da Juventude Simon Bolivar no Concerto de fim-de-ano em Caracas em 2007.
Musica de Leonard Bernstein
No início do ano, passou no segundo canal um documentário sobre o sistema nacional de orquestras na Venezuela. El Sistema, como lhe chamam os venezuelanos, é a concretização do sonho de José António Abreu, economista e pianista amador, que, através do ensino da música clássica, criou um projecto único de inclusão social. Existem na Venezuela cerca de 125 orquestras juvenis que integram cerca de 250 mil crianças e jovens. A maior parte destas crianças vem de famílias pobres e muito pobres. No documentário, acompanhamos a história de Raul. Vive com a mãe, numa torre clandestina, de tijolos, cimento e grades, na periferia de Caracas. Levanta-se às seis e meia da manhã para comer tortilhas caseiras que a mãe lhe prepara. Raul vai à escola de manhã. Passa as tardes numa orquestra juvenil a tocar trompete. Fá-lo com uma alegria contagiante.
Tem um amigo gordo, caboclo de cabelo lustrado, que toca tuba. Tem uma amiga desdentada, de totós floridos, que toca flauta. O maestro é um jovem mulato, muito bonito, que anda de mota e cresceu num orfanato. As orquestras juvenis da Venezuela, criadas na década de 70, são um mecanismo precioso de integração. No documentário, José António Abreu explica que o sucesso, em parte, se explica pela miséria em que a maior parte dos alunos vive. A miséria traz-lhes abnegação, disciplina, força. Os meninos venezuelanos vêem nas orquestras do seu bairro, na aprendizagem da música clássica, uma maneira de se salvarem do gueto. Ao contrário, as crianças dos países desenvolvidos, as nossas, experimentam o tédio do excesso. Vivem na triste miséria da abundância. Se lhes derem um clarinete ou uma trompa olham com desprezo e correm para o facebook onde inventam, para si, uma vida de alegrias breves e amigos virtuais.
Não percebo um corno de música clássica. Gosto das tocatas de Bach, pouco mais. Porém, quando vejo as imagens do Gustavo Dudamel, o mais célebre aluno do sistema de orquestras venezuelanas, com os caracóis aos cachos, sorridente, dirigindo uma orquestra de brancos, negros, mestiços, fico arrepiada. Mais encantada fico quando, no fim dos concertos, a música clássica dá lugar aos ritmos populares caribenhos e os músicos se levantam para dançar. Os meninos do público, Raul e o seu amigo gordo, aplaudem. Gustavo Dudamel canta e dança. É maravilhoso. Há dois anos que tendo comprar um bilhete para o ver. Há dois anos que sou excluída do circuito feroz dos melómanos que açambarcam tudo. O próximo concerto é em finais de Janeiro na Gulbenkian. Os bilhetes estão esgotados há muito tempo. Vai a Gulbenkian encher-se de empalados para o ouvir. Os empalados, para quem não sabe, são aquelas pessoas que têm um pau enfiado pelo cu acima e se movimentam, muito sérios, muito direitos, digníssimos, sorrindo aqui e ali, pelos corredores dos teatros e auditórios. Em todo caso, se algum empalado - impossibilitado de ir ao concerto ou apertadinho com a crise instalada - quiser, mediante preço a acordar, dispensar-me um bilhete, eu aceito.
Gustavo Dudamel e a Orquestra da Juventude Simon Bolivar no Concerto de fim-de-ano em Caracas em 2007.
Musica de Leonard Bernstein
No início do ano, passou no segundo canal um documentário sobre o sistema nacional de orquestras na Venezuela. El Sistema, como lhe chamam os venezuelanos, é a concretização do sonho de José António Abreu, economista e pianista amador, que, através do ensino da música clássica, criou um projecto único de inclusão social. Existem na Venezuela cerca de 125 orquestras juvenis que integram cerca de 250 mil crianças e jovens. A maior parte destas crianças vem de famílias pobres e muito pobres. No documentário, acompanhamos a história de Raul. Vive com a mãe, numa torre clandestina, de tijolos, cimento e grades, na periferia de Caracas. Levanta-se às seis e meia da manhã para comer tortilhas caseiras que a mãe lhe prepara. Raul vai à escola de manhã. Passa as tardes numa orquestra juvenil a tocar trompete. Fá-lo com uma alegria contagiante.
Tem um amigo gordo, caboclo de cabelo lustrado, que toca tuba. Tem uma amiga desdentada, de totós floridos, que toca flauta. O maestro é um jovem mulato, muito bonito, que anda de mota e cresceu num orfanato. As orquestras juvenis da Venezuela, criadas na década de 70, são um mecanismo precioso de integração. No documentário, José António Abreu explica que o sucesso, em parte, se explica pela miséria em que a maior parte dos alunos vive. A miséria traz-lhes abnegação, disciplina, força. Os meninos venezuelanos vêem nas orquestras do seu bairro, na aprendizagem da música clássica, uma maneira de se salvarem do gueto. Ao contrário, as crianças dos países desenvolvidos, as nossas, experimentam o tédio do excesso. Vivem na triste miséria da abundância. Se lhes derem um clarinete ou uma trompa olham com desprezo e correm para o facebook onde inventam, para si, uma vida de alegrias breves e amigos virtuais.
Não percebo um corno de música clássica. Gosto das tocatas de Bach, pouco mais. Porém, quando vejo as imagens do Gustavo Dudamel, o mais célebre aluno do sistema de orquestras venezuelanas, com os caracóis aos cachos, sorridente, dirigindo uma orquestra de brancos, negros, mestiços, fico arrepiada. Mais encantada fico quando, no fim dos concertos, a música clássica dá lugar aos ritmos populares caribenhos e os músicos se levantam para dançar. Os meninos do público, Raul e o seu amigo gordo, aplaudem. Gustavo Dudamel canta e dança. É maravilhoso. Há dois anos que tendo comprar um bilhete para o ver. Há dois anos que sou excluída do circuito feroz dos melómanos que açambarcam tudo. O próximo concerto é em finais de Janeiro na Gulbenkian. Os bilhetes estão esgotados há muito tempo. Vai a Gulbenkian encher-se de empalados para o ouvir. Os empalados, para quem não sabe, são aquelas pessoas que têm um pau enfiado pelo cu acima e se movimentam, muito sérios, muito direitos, digníssimos, sorrindo aqui e ali, pelos corredores dos teatros e auditórios. Em todo caso, se algum empalado - impossibilitado de ir ao concerto ou apertadinho com a crise instalada - quiser, mediante preço a acordar, dispensar-me um bilhete, eu aceito.
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2010/10/13
Alcala de Henares
A cerca de 30 quilometros de Madrid fica Alcalá de Henares que embora seja conhecida por ser o local de nascimento de Cervantes é também Património da Humanidade e tem uma das mais antigas Universidades da Ibéria fundada em 1499.
Fazendo parte da Ruta de las Tapas e a cerca de 20 metros da Plaza de Cervantes na Calle Mayor fica La Amstelleria que contribui para a Ruta com os seus Chipirones a lo Pelayo.
Para além disso a proposta cervejante é demonstrada pelas fotografias anexas.
Recomenda-se....
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2010/10/12
Prós e Contras
Eu não gosto do formato do programa.
Tentam meter o Rossio na Betesga, convidando tanta gente para opinar sobre o tema escolhido e normalmente não "há cú que aguente"
Eu não gosto da Fátima Campos Ferreira porque se transforma frequentemente no elemento absorvente, em vez de assumir o neutro, como não gosto da maioria dos moderadores, entrevistadores, "pivots" etc. da televisão, sobretudo quando têm aquele hábito terrivel da refrasear o que o entrevistado disse.
É um atestado de menoridade ao espectador, uma perda de tempo e, sobretudo, uma "muleta" para o entrevistador, que assim tem mais tempo para pensar na próxima pergunta.
Ontem no entanto havia um "must".
Não é fácil reunir Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio.
Suponho até, que só foi possível por estarmos na crise em que estamos.
Desta vez vou ver até ao fim.
Não fui defraudado.
Ramalho Eanes continuar a ser aquilo que sempre foi, quadrado, "general" e "cara de pau" como ele próprio afirmou mas, igual a si próprio, não fugiu às perguntas e discorreu simples e claro.
Mário Soares continua em grande forma.
O melhor foi Jorge Sampaio. Com um humor previamente estudado colocou o seu discurso num registo optimista que arrancou aplausos do público (é disto que a gente precisa?) contrariando o arengar pessimista e catastrófico da Fátima.
Depois daquele discurso imbecil do presidente da associação académica que lembrou que no tempo de universidade dos intervenientes não havia problema de emprego para os licenciados esquecendo-se (talvez não saiba por ignorancia) que nesse tempo eram tão poucos que não havia problema a surpresa da noite foi Henrique Granadeiro lembrando que há um país que liga pouco aos politicos e que faz o seu trabalho diariamente, sem problemas.
Ainda houve tempo para Jorge Sampaio recusar a dicotomia entre "nós" e "eles" assumindo-se embora como um dos "eles".
Nota final para verificar que a imprensa de hoje deu pouco relevo à coisa.
Confere.
Ninguém se irritou, ninguém se insultou, tudo decorreu com normalidade e elevação democrática.
Em consequencia, não é notícia.
Manquem-se como diz o meu filho João
Tentam meter o Rossio na Betesga, convidando tanta gente para opinar sobre o tema escolhido e normalmente não "há cú que aguente"
Eu não gosto da Fátima Campos Ferreira porque se transforma frequentemente no elemento absorvente, em vez de assumir o neutro, como não gosto da maioria dos moderadores, entrevistadores, "pivots" etc. da televisão, sobretudo quando têm aquele hábito terrivel da refrasear o que o entrevistado disse.
É um atestado de menoridade ao espectador, uma perda de tempo e, sobretudo, uma "muleta" para o entrevistador, que assim tem mais tempo para pensar na próxima pergunta.
Ontem no entanto havia um "must".
Não é fácil reunir Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio.
Suponho até, que só foi possível por estarmos na crise em que estamos.
Desta vez vou ver até ao fim.
Não fui defraudado.
Ramalho Eanes continuar a ser aquilo que sempre foi, quadrado, "general" e "cara de pau" como ele próprio afirmou mas, igual a si próprio, não fugiu às perguntas e discorreu simples e claro.
Mário Soares continua em grande forma.
O melhor foi Jorge Sampaio. Com um humor previamente estudado colocou o seu discurso num registo optimista que arrancou aplausos do público (é disto que a gente precisa?) contrariando o arengar pessimista e catastrófico da Fátima.
Depois daquele discurso imbecil do presidente da associação académica que lembrou que no tempo de universidade dos intervenientes não havia problema de emprego para os licenciados esquecendo-se (talvez não saiba por ignorancia) que nesse tempo eram tão poucos que não havia problema a surpresa da noite foi Henrique Granadeiro lembrando que há um país que liga pouco aos politicos e que faz o seu trabalho diariamente, sem problemas.
Ainda houve tempo para Jorge Sampaio recusar a dicotomia entre "nós" e "eles" assumindo-se embora como um dos "eles".
Nota final para verificar que a imprensa de hoje deu pouco relevo à coisa.
Confere.
Ninguém se irritou, ninguém se insultou, tudo decorreu com normalidade e elevação democrática.
Em consequencia, não é notícia.
Manquem-se como diz o meu filho João
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Mário Soares,
Prós e Contras,
Ramalho Eanes
2010/10/10
Um querido amigo enviou-me esta fotografia com o seguinte comentário:
Em 1919 uma campanha a favor da proibição do Alcool nos EUA mostrava a foto abaixo:
"LABIOS QUE PROVAREM O ALCOOL, NÃO PROVARÃO OS NOSSOS"
Em 1919 uma campanha a favor da proibição do Alcool nos EUA mostrava a foto abaixo:
"LABIOS QUE PROVAREM O ALCOOL, NÃO PROVARÃO OS NOSSOS"
Olhe bem para elas e seja sincero...
Bora pró Bar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Não posso estar mais de acordo.
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