2011/03/31

Serie Grandes Inícios VII

I am an American, Chicago born—Chicago, that somber city and go at things as I have taught myself, free-style, and will make the record in my own way: first to knock, first admitted; sometimes an innocent knock, sometimes a not so innocent.

As Aventuras de Augie March, Saul Bellow, 1953

Blue Moon

O Elvis que me perdoe mas a melhor intrepertação de Blue Moon é dos Cowboys Junkies.
The Trinity Session é um album de referencia e Margot Timmins é fantástica.

Serie Grandes Inícios VI

Rachmaninoff Piano Concerto No. 3, 1º Andamento- Martha Argerich.



António. Onde quer que estejas ouve a nossa pianista e o nosso concerto.

RIP.

PS: Filho da puta, cabrão, maricas. Foste embora e deixaste-me sózinho.

Serie Grandes Inícios V

Tchaikovsky, Piano Concerto No. 1 - Mov 1 (Martha Argerich, 1973)

2011/03/30

Proud Mary



Fuck. Granny is still alive and kicking ass.

2011/03/29

Sinagoga Portuguesa de Amsterdão

Tumbalalaika', cantada na Sinagoga Portuguesa Sefardita de Amsterdão.



Esta é a Sinagoga Portuguesa Sefardita de Amsterdão (Holanda) -Talvez o mais venerado santuário sefardita no mundo, construido em 1675, é ainda iluminado por candelabros com velas, nunca tendo sido "electrificado". O arco, assentos, altar, etc.foram todos feitos manualmente por construtores navais.
Durante a 2ª Grande Guerra os Nazis não a descobriram e nunca entraram nela.
Por isso está intacta e original.

Informação adicional sobre o "porquê" de uma Sinagoga Portuguesa em Amesterdão

2011/03/20

Serie Grandes Capas de BD-VII


A partir de Outubro de 1955 as Edições Cavaleiro Andante começaram a publicar uma série dnominada Obras Primas Ilustradas das quais a edição acima é o Número 5.
Abaixo podem ver-se s capas dos quatro primeiros números que infelizmente não possuo.
A edição, como era (mau) hábito na altura não refere o nome do iludtrador mem sequer a data da edição.



Depois de colocar este post fiz alguma pesquisa e encotrei est link dando conta que a serie se prolongou até 1964.
Obrigado ao Cavaleiro da Torre.

2011/03/18

Serie Jardins Improváveis VII


Junto à estação de comboios da Parede existe este anacronismo Click na fototo para aumentar) acompanhado por um jardim/horta de alto coturno. Cada vez que lá passo fico sempre espantado/maravilhado com tal conjunto.

O cúmulo da esperança

Nos meus tempos de adolescente corria um chiste que hoje seria considerado de muito mau gosto, politicamente incorrecto, discriminador de minorias e qui ça merecedor do mais profundo desprezo que afirmava que o cúmulo da esperança consistia em dois paneleiros comprarem um berço. Ao tempo era inocente e apenas provocava sonoras e despreocupadas gargalhadas.
No centro da Parede perto do Eduardo das Conquilhas aqui está o novo paradigma.
Sinais dos tempos...

O Achismo

Uma das coisa que mais me encanitam é o "eu acho que".
O número de pessoas em Portugal (suspeito que noutros países também) que, embora confessando que sabem pouco do assunto, "acham que" é assombroso. A essas há ainda que somar os que "acham que" sobre um número avassalador de assuntos, desde o futebol às centrais nucleares, coisa que me deixa siderado para não dizer arrasado na minha inaudita ignorância.
Sobre este assunto meu filho João que, tal como eu só "acha" do que sabe, chamou-me a atenção para um escrito do Carlos Coelho e do Paulo Rocha intitulado o Achómetro.
Já agora, os citados cidadãos são responsáveis pela Ivity-Corp especialistas em gestão de marcas.

Ainda a propósito e nas franjas deste tema aqui vai um link para um post do nosso homem em Paris, Francisco Seixas da Costa a quem também faz muita impressão o facto de haver gente que opina sobre tudo e mais um par de botas.
Também eu não vejo o Prós e Contras.

LER - Revista número 100



Se a LER é sempre imprecindível, o número 100 é absolutamente incontornável, sobretudo a entrevista a George Steiner.
Quem quer compreender os tempos que correm não pode ignorar esta lucidez invejável.

Ontem recebi ajuda externa

Ferreira Fernandes no seu melhor:

Os japoneses são um problema para os portugueses perceberem o maior drama do mundo actual. Como é possível darmo-nos conta do que é um terramoto de grau 9, um tsunami de dez metros e explosões em três reactores nucleares, se quem os vive grita menos do que um repórter televisivo sobre umas pedradas de camionistas na rotunda do Carregado? No Japão, um pai agradece o telefone da SIC, emprestado para avisar o filho, na América, que está vivo. À volta é um mar de lama que pousou sobre a sua cidade e a calou (arrasou, diria eu, se não se confundisse com essa palavra a mesma que é usada em título nos jornais portugueses de cada vez que Pinto da Costa fala de um árbitro). Substâncias radioactivas tinham sido libertadas do incêndio do reactor 4 da central de Fukushima Dai-Ichi, os ventos arrastavam-nas para aquela cidade do japonês que falava com o telemóvel português (até em Tóquio o nível de radioactividade "aumentou consideravelmente", disse o primeiro-ministro Naoto Kan, com ar de quem anuncia o aumento de cinco cêntimos no gasóleo). E com esse cenário de fogo, de água e de ar apocalípticos, o japonês disse ao filho que nem tudo eram tristezas: "A lua tem raios prateados." Os leitores mais românticos dirão que eles são bons em haiku, poemas curtos. Mais prosaico, eu compreendi por que fazem eles toshibas e para o ano têm Sendai reconstruída.

2011/02/04

Uma lição de vida ou partir pedra


O escritor francês Charles Péguy (1873-1914), conta a história de um homem que, na idade média, a caminho de Chartres, encontra um homem aplicado ao mais duro dos ofícios: partir pedra.
- Vivo como um cão – disse-lhe o homem. – Exposto à chuva, ao vento, ao granizo, ao sol, faço um trabalho penoso em troca de uns tostões. A minha vida não vale nada. Nem merece o nome de vida.
Um pouco mais longe, o nosso homem encontra outro canteiro, este com uma atitude completamente diferente.
- É verdade que é um trabalho duro – diz-lhe ele –. Mas, ao menos, é trabalho. Dá para alimentara mulher e os filhos. E depois, ando ao ar livre, vejo a gente que passa… Não me queixo. Há quem esteja pior do que eu.
Um pouco mais adiante, o homem encontra um terceiro canteiro, que lhe diz, olhando-o bem nos olhos:
- Eu, eu estou a construir uma catedral.

O Jaime continua a sua senda de excelentes posts

2011/02/03

Manuel Maria Carrilho

Depois de muito matutar e de "ouver" a entrevista do Artur Agostinho na RTP1 onde, mais uma vez, tive o desprazer de ver a Judite de Sousa com aquele ar "aquoso" que coloca quando entrevista alguém de quem gosta, em contraponto com o ar de "megera" que assume quando detesta quem está na sua frente, sentei-me em frente ao teclado para comentar o artigo do Manuel Maria Carrilho hoje no DN.
Antes, porém ( a adversativa aqui, colhe), dei uma volta na blogoesfera e, raios o partam, deparei com um texto intitulado Descarrilhado, do Valupi na Aspirina B.
Pensei para comigo que o homem deve ser bruxo porque transmite, com raiva e impotencia o confesso, muito melhor do que eu sou capaz, o que me vai na alma.
Vou processá-lo por plágio.
É muito giro e até correto dizer que "é preciso mudar de paradigma", que "é preciso debater as ideias", mas também é preciso dizer qual o novo paradigma e que ideias é preciso debater.
Contrariamente ao artigo de Mário Soares, terça-feira no DN, que propôe novas ideias e novo paradigma este artigo de MMC é um deserto de ideias para além da ideia dele próprio.
Lembra-me um post anterior sobre as RPN (Reuniões de Porra Nenhuma).
Mutatis mutandis este é um APN (Artigo de Porra Nenhuma)

E a puta que os pariu

Com a devida vénia ao Eduardo Pitta aqui se transcreve o seu post:

Em nome da saúde pública, a assembleia municipal (City Council) de Nova Iorque aprovou ontem, por 36 contra 12 votos, a proibição de fumar em jardins, parques, áreas pedonais e praias da área metropolitana. Sobram as ruas abertas ao trânsito automóvel. A partir de 1 de Maio, os fumadores terão de abster-se em Central Park, Gramercy, Bryant, Madison, Union, Washington Square, etc., no Jardim Botânico, em Times Square, na praia de Coney Island e por aí fora. Bloomberg, o mayor da cidade, congratulou-se com a medida.

Apetece-me não voltar à "Big Aple".
A sanha contra os fumadores contínua e eles não se dão conta do ridículo.
Não param para pensar?
"The land of the free"?
A puta que os pariu outra vez.

A Luz do Porto





Duas semanas atrás "o velho casario" tinha, em fim de tarde, esta luz fantástica.
O Porto visto de Gaia.

Serie Jardins Improváveis V




Algures em Oeiras.

2011/02/02

Reuniões

Toda a minha vida "papei" reuniões infindáveis, classificadas de RPN (Reunião de Porra Nenhuma) onde na maior dos casos o seu objectivo era reunião ela própria.
Por regra, todos os participantes incluindo o responsavel pela mesma concordavam, depois, que tinha sido uma chatice.
O método abaixo proposto é infalivel para tornar uma RPN numa coisa divertida.

O BINGO DAS REUNIÕES!

Imprime o quadro abaixo antes de começar a reunião, seminário, conferência, etc.
Sempre que ouvires a palavra ou expressão contida numa das casas, marca a mesma com um (X).
Quando completares uma linha, coluna ou diagonal, basta gritar ' BINGO '!

Planificação|Colaboradores|Objectivos |Estudo |Disciplina
Reunião |Plano |Substituição |Formação |Estratégia
Apoio |Direcção |Hiérarquia |Competências |Recuperação
Optimização |Avaliação |Processos |Colega |Recursos
Resultados |Excelência| |Projecto |Implementação|Integração


Testemunho de jogadores satisfeitos:
a.- 'A reunião só tinha começado há 5 minutos quando ganhei!';
b. - 'A minha capacidade para ouvir melhorou imenso desde que comecei a jogar Bingo das Reuniões';
c.- 'A atmosfera da última reunião foi muito tensa porque 8 colegas estavam à espera de preencher a 5ª casa';
d.- 'O director ficou estupefacto ao ouvir oito pessoas gritar 'BINGO', pela 3ª vez numa hora';
e.- 'Agora, vou a todas as reuniões, mesmo que não me convoquem'.

Como descobrir vida em Marte

Eu quero uma destas, JÁ


Os nervos com que eu fico ao ver uma coisa destas, ainda por cima, com a novidade de nunca ter visto encher copos de cerveja por baixo.
Chapeau.