2011/10/25

Serie a Europa segundo...

...Berlusconi (clicar na imagem para ver melhor)




2011/10/17

Plano de acção

Com a devida vénia ao Jaime Bulhosa aqui se transcreve um post brilhante que, já agora, pode ser transposto , para qualquer área de actividade, nomeadamente a bancária que eu conheço bem.


Uma grande empresa do grande capital e do sector editorial, que a partir de agora, por uma questão de comodidade, passaremos a chamar de Editores SA, pensa, embora contrariada, investir milhões de euros na compra e remodelação de uma grande cadeia de livrarias. Como o investimento é muito elevado, a Editores SA não pôde deixar ao acaso uma decisão destas, encomendando por isso um exaustivo estudo prévio sobre os hábitos de leitura e os factores principais de influência na decisão de compra de livros impressos e digitais, bem como o respectivo Plano de Acção, para mais tarde poder pôr em prática essa extraordinária ferramenta de gestão que é o benchmarketing.A melhor empresa alemã de consultadoria, que a partir de agora designaremos como Consultores SA, foi contratada. A Consultores SA sentiu o peso da responsabilidade e do cliente e também ela não quis deixar ao acaso um estudo desta importância. Assim, colocou ao serviço do seu cliente os melhores recursos técnicos de research. Depois de consultados os melhores especialistas na área, como, editores, autores, escritores, críticos literários, doutores, engenheiros, etc., a Consultores SA definiu o problema, desenvolveu o plano de pesquisa, recolheu os dados secundários e primários, tratou os dados, analisou e interpretou. Após largas semanas de árduo trabalho, finalmente elaborou um Plano de Acção, que de imediato foi enviado à Editores SA. O Plano de Acção consistia num relatório de 1000 longas páginas, com os mais belos e coloridos gráficos, de linha, cone, esferas e paralelepípedos, tabelas e análises desenvolvidíssimas, resultados de sondagem e inquéritos à porta de livrarias, por telefone, Internet, aos universos mais completos dos leitores, por idades, sexo, classes sociais, habilitações, gostos e passatempos, etc., etc. Nunca se havia visto melhor estudo de mercado sobre o livro. Era tão completo, que se podia saber pormenores interessantíssimos, como por exemplo: homens de meia-idade, de classe social A, que usam ceroulas, lêem apenas livros religiosos; os que não usam roupa interior lêem apenas teatro; e os que usam lingerie feminina lêem Margarida Rebelo Pinto. Na Editores SA foi uma excitação: com este Plano de Acção ninguém os poderia bater. Decidiu-se então a compra e remodelação da cadeia de livrarias e, como acção publicitária, anunciou-se a construção da maior e mais moderna livraria do País. Reunido grupo de trabalho com os melhores arquitectos, directores de marketing, informáticos e gestores, e depois de quase todos os temas e problemas terem sido debatidos, foi lançada uma nova questão:

-Pessoal, como vamos dividir o novo espaço comercial em termos percentuais das diversas secções temáticas de livros?
- Como assim?
- Sim, em que temas vamos apostar mais - ciências sociais, ficção, infantil... -, enfim, que livros vamos vender.

Primeiro fez-se um silêncio confrangedor.

Depois cada um e ao mesmo tempo, com elevados decibéis, dava um palpite. Com um murro no tampo, o Presidente do Conselho de Administração, pôs ordem na mesa.

- Silêncio, por favor! Mas, afinal de contas, para que é que encomendámos o estudo de mercado?Resposta quase em uníssono:
- É verdade! o nosso Digníssimo Presidente tem toda a razão.Mandou-se buscar o estudo. Depois de alguns meses a tentar interpretá-lo - sim, porque a produtividade das empresas portuguesas é assim, a brincar a brincar, trabalhamos mais meia hora, por dia, que os outros -, chegou-se à conclusão de que o Plano de Acção nada dizia sobre o assunto ou, se dizia, nas suas longas páginas não se conseguia descortinar.

Ficou decidido passar a batata quente para a empresa de consultadoria, com o pretexto de se ter pago os olhos da cara por um Plano de Acção que era omisso relativamente a esta questão.
Exigiu-se um resumo que pudesse ser facilmente interpretado para esta matéria e em português, porque em alemão, não dava jeito.
A Consultores SA entrou quase em pânico, boquiaberta, com a excentricidade da exigência da empresa portuguesa, sintetizar não era o forte nem a missão da empresa de consultadoria alemã.

Reunido o conselho de emergência, debateu-se largamente o busílis da questão. Finalmente elaborou-se um novo Plano de Acção, desta feita o mais sintético possível, com apenas uma página, e que era lavrado nos seguintes termos:

Exmos. Senhores,
Conforme nos foi solicitado por vossas excelências, segue o relatório sintético do Plano de Acção. Propomos a seguinte divisão temática das edições e espaços comerciais (alertamos para a importância de não inovarem demasiado, pois o mercado actual obedece a esta divisão):

Grandes livros – 2%
Bons livros - 5%
Livros medíocres – 23%
Lixo – 70%

Nota: A escolha dos títulos aconselháveis não é da nossa responsabilidade. A Consultores SA, apenas aponta caminhos, nunca soluções.
Com os nossos melhores Cumprimentos.
Consultores SA

2011/10/12

Citações

Se o Paulo Bento fosse o Passos Coelho ou o Relvas a culpa deste mau jogo era do Queiros
Anónimo


Steve Jobs

Já li muito do que publicou sobre a vida e a morte do sujeito e muito mais ficou por ler.
Suspeito que, o cidadão, se lhe fosse dada a hipotese de ter acesso a tudo o que foi escrito, morreria oura vez, mas de gozo o que, dado o seu percurso, teria mais lógica do que passar-se por causa da merda de um cranco prancreas.
Aqui fica o que de mellhor se produziu até agora

2011/10/08

Mensagem de Sua Majestade

Vim aqui parar nem sei bem porquê.
Depois de ler a Mensagem de Sua Majestade aos cidadãos dos USA fiquei cliente.

Call me Alvaro


Estive hoje a assistir à prestação do Alvaro na Comissão Parlamentar (ou será para lamentar).
Só agora percebi o Principio de Peter.

PS: Felizmente que Melville não está cá para ver o enterro deste arremedo de Ishmael. 

Allez les Bleus


Com a colaboração de Julia Macias-Valet através do duas ou três coisas aqui se transmite o ambiente em França depois de derrotarem os "bifes"

Linguagem encriptada


O conteúdo deste post foi retirado do Camara Corporativa que (quase) toda a gente sabe na globoesfera o que representa.
Eu que na vida de informática foi confrontado com  acrónimos, muitos deles interpretados como conhecimento denso das matérias a que diziam respeito. Muitas vezes fui confrontado com apresentadores ou coordenadores de reuniões onde se falava de CICS, NIBAS, OBF, ATM, siglas completamente estranhas para os cidadãos participantes que, de qualquer modo e dada a putativa sapiencia do orador, não se atreviam a perguntar o que significavam.
Sem qualquer conotação politica aqui fica a transcrição de um post com graça (embora não seja essa a intenção do autor):

"Fontes geralmente bem informadas fizeram-nos chegar - em linguagem encriptada como seria de esperar num Governo com medo de escutas - os emails trocados entre os vários ministros durante o último Conselho de Ministros sobre o Orçamento do Estado para 2012. Uma pesquisa rápida no Google ajudou o CC a decifrar os acrónimos:

Defesa: S.N.A.F.U. (situation normal: all fucked up)

Saúde: F.U.M.T.U. (Fucked up more than usual)

Mai: T.A.R.F.U. (Things are really fucked up)

Educação: F.U.B.B. (Fucked up beyond belief)

Justiça: N.F.G. (No fucking good)

Segurança Social: S.O.S. (Same old shit)

Agricultura: S.S.D.D. (Same shit different day)

Economia: S.S.N.D. (Same shit, new day)

Negócios Estrangeiros: J.A.F.O. (Just another fucking observer)

Assuntos Parlamentares: F.U.B.A.R. (Fucked up beyond all recognition)

Email de resposta das Finanças, com bcc ao PM: S.H. (Shit happens)

Segunda-feira será o Dia D.

Aguardemos...

E agora o que faremos com esta equipa


Mais um bailarico.
Gales pôs a cabeça em água aos irlandeses que nunca foram capazes, contrariamente ao acontecido com a Austrália, de impôr o seu jogo de avançados à dinâmica "sulista" dos homens de vermelho.
Será que finalmente o treinador neozelandez conseguiu entrosar o raguebi de movimento com a capacidade fisica?
A defesa sempre atenta e sempre em cima da linha de vantagem, aliada a umas linhas atrasadas que vão dar que falar, Jamie Roberts, Jonathan Davies, Geoge North (se aquilo é um centro, vou ali e já venho) e o "eterno" Shane Williams esta equipa de "putos" promete vir a dar que falar.
Mas o que mais me agradou foi a ATITUDE. Garra, pundonor, empenho, vontade de ganhar sem recorrer a jogo manhoso, fizeram deste encontro o melhor que vi, até agora, no RWC.
Muito por culpa de Gales, a Irlanda nunca teve hipótese contribuindo apenas para um espetacular jogo de Rugby.
Assim vale a pena pôr o despertador para as 6 da manhã para ver em directo, mesmo tendo a hipótese de gravação.
Não dá a mesma pica.     

PS:  Caro A. Teixeira ás 6 da manhã o Hen Wlad Fy Nhadau  é completamente esmagador.

2011/10/04

RWC 2011


Aí temos nós o Norte contra o Sul ou os quatro primeiros do ranking dum lado e os quatro a seguir do outro.
Aceitam-se apostas mas eu coloco já a minha em conjunto com A. Teixeira.

Na final Reds vs Blacks

Quartos de Final

08/10 - 18:00 Ireland - Wales
08/10 - 20:30 England - France


09/10 - 18:00 South Africa - Australia
09/10 - 20:30 New Zealand - Argentina
 
PS: Horas locais

Daniel Carter



O facto mais relevante depois do fim de semana foi termos perdido Dan Carter.
Dan não precisa de apresentações. A sua carreira fala por si e o RWC fica mais   pobre.
É pena.

2011/09/29

O MAIS ESPECTACULAR JOGADOR DE RÂGUEBI DO MUNDO




A propósito do RWC e debaixo do título em epígrafe o A.Teixeira publicou um post que recorda dois "herois" de tempos diferentes. Obelix e Jonah Lomu. A comparação colhe.

A coisa levou a uma pesquisa muito interessante estimulada pelo Abraracourcix, último resistente à globalização selvagem. Também eu, só tenho medo que o céu me caia em cima da cabeça.

2011/09/26

Pizza

Por várias razões, nas quais a perguiça tem o maior quinhão, este post já deveria ter sido feito há bastante tempo.
De qualquer modo aqui vai.
A Joana, segunda filha do Zé Manel, casou com o Matteo, jovem de origem italiana. Até aqui, não só não vem mal ao mundo, como traz para Portugal, "skills" que de outro modo não se nos atravessaria a degustação.
Quando conheci o cidadão, o Zé, que é homem de palato fino, foi-me avisando que em casa da familia Cerruti se faziam umas pizzas de lamber os beiços. Fiz-me de imediato convidado.
Uns tempos atrás a propósito do aniversário do rebento mais novo do Matteo e da Joana, lá rumamos a Sines com a prespectiva de lauto repasto.
A coisa recomenda-se (muito).
Primeiro porque os Cerruti são gente encantadora com quem, imediatamente, se estabelece uma relação, não direi intima, mas de grande cumplicidade e à vontade.
Depois porque o espaço é confortavel e convida ao relaxe e ao convivio.
Bom. Vamos ao cerne da questão. As pizzzas.
Em primeiro lugar o forno foi trazido de Itália no porta bagagens de um carro de que não me lembro a marca e revestido a cimento após várias tentativas com outros materiais. É, depois, devidamente aquecido de modo a que as pizzas não estejam lá dentro mais do que uns poucos segundos (não cronometrei mas parececeu-me francamente curto o tempo de confecção), o que permite levar a massa a uma textura leve e sem queimaduras.
Aqui vai a reportagem fotografica desde o estender da massa, aos potes com os ingredientes, até ao resultado final). Curiosamente o galardão de melhor pizza foi atribuido a uma coisa que eu nem sabia que existia. Pizza de cebola (exclusivamente)

 


No final batemo-nos com um café, uma Frenet Branca aromatizada e eu deitei abaixo um "puro" Hoyo de Monterey Nº 4 que encerrou o repasto com pompa e circunstância.
Em fim de festa cantaram-se os parabéns ao pimpolho.
 Um grande abraço ao Gio e a toda a familia Cerruti.

PS: O post original dava a Joana como a filha mais nova do Zé Manel.
O texto já foi devidamente corrigido, mas, de qualquer modo, aqui fica o meu pedido de desculpas á Catarina para quem mando um grande beijinho.  

Discursos



Sempre achei que o Sr. Silva quando sorri parece que está a fazer força para cagar. Aquele esgar não engana ninguém.

Nos últimos tempos parece-me que anda a joga demasido xadrez com o alemão e já produz, sempre com o esgar atrás citado, pérolas de altissimo coturno.
O Tomás Vasques faz uma comparação com todo o sentido.
Aqui vai:

«Comemora-se em todo o país uma promulgação do despacho número Cem da Marinha Mercante Portuguesa, a que foi dado esse número não por acaso mas porque ele vem na sequência de outros noventa e nove anteriores promulgados....»

Presidente da República Portuguesa, Américo Thomaz.

- in revista Opção, ano II, n.º30

«Hoje reparei no sorriso das vacas, que estavam satisfeitíssimas, olhando para o pasto. Fiquei surpreendidíssimo por ver que as vacas avançavam, uma atrás das outras…»

Presidente da República Portuguesa, Cavaco Silva.










2011/09/25

Aniversário

Ontem o Zé fez anos.
Para além do evento que, por si só é de realçar, conta o resto.
Encontrar gente que constrói, sempre que se encontra, um espaço de liberdade, de intervenção e de diálogo, sem limites, falsos pudores e pruridos do politica ou socialmente correto (perdoa-me Zé pela falta do c, mas agora é assim que se escreve) é sempre algo que me deixa um perfume de felicidade na pele que raramente encontro.
Isto só é possivel porque o Zé e a Orlanda, cujo papel não deve ser menosprezado (antes bem pelo contrário), disponibilizam o seu sítio sem barreiras.
Não conheço nenhum outro espaço privado ou público onde a liberdade seja exercida desta maneira.
Este é o seu ADN e, obviamente, o dos que o frequentam.
Bem hajas irmão.

Beijinhos

PS: Seria injusto não realçar o repasto que, sem elogios fáceis, foi de altissimo coturno.
Orlanda, podes fazer mais vezes que já estou a salivar a pensar na próxima revienga.

O Losango ou O melhor ensaio de sempre

Aprender com quem sabe e refrescar a memória.
Sempre considerei que a melhor dupla de médios que até hoje vi, era constituida por Phill Bennet e Gareth Edwards do País de Gales, nos idos dos anos 70.
Vem isto a propósito do post colocado por João Paulo Bessa  sobre a dinamica do Losango e, o que ele considera,  O melhor ensaio de sempre.
Não sei se tem razão mas que é bonito é.

2011/09/21

Código de Honra

O post que a seguir se transcreve foi publicado no xvcontraxv pelo João Paulo Bessa e contém as regras básicas que qualquer desportista deve observar.
Empenho, pundonor, agressividade, respeito pelo adversário, observância das regras e leis do jogo.
É por si só algo que deveria figurar no cacifo de um desportista em lugar de destaque.
Aqui vai:

Há uma mania justicialista no desporto – fora e dentro do campo – que não pertence aos seus códigos.

O desporto, e portanto o rugby, exigem, para a sua existência, uma suspensão temporária do quadro legal civil estabelecido e a sua substituição por regras comuns e previamente aceites entre os participantes – as Leis do Jogo – e que terão a duração temporal da competição em causa e que se repetirão tantas vezes quantas as desportivamente necessárias.
[diga-se a-propósito que esta suspensão apenas diz respeito aos intervenientes directos e, ao contrário do que parece julgar-se, não é extensível às bancadas dos espectadores – o que inclui, naturalmente, as claques e os seus comportamentos deploráveis]
Mas a suspensão que o jogo desportivo exige não inclui a licença de justiça pelas próprias mãos – por isso ser a resposta a uma agressão também penalizada. Mas estes conceitos que parecem elementares são, bastas vezes, adulterados por jogadores, espectadores e, também, por comentadores a quem a distância deveria possibilitar a frieza da análise correctora.
Portanto, seja qual for a falta que um jogador cometa ou esteja a cometer, não é permitido ao adversário impor-lhe qualquer punição.
Mas no rugby há, muitas vezes ou em muitos, uma visão marcadamente machista e pretensiosamente ética que pretende admitir a existência e validar correcções. É o espírito do jogo, gostam de dizer. Mas não é: não há princípios ou valores do rugby que o suportem.
No recente Gales-Samoa, um jogador samoano entreteve-se olimpicamente a pisar, trepando-lhe pelas costas, um galês que, no chão, impedia a saída da bola. O árbitro marcou falta favorável a Gales e não mostrou – como deveria – o cartão amarelo ao samoano agressor. O comentário televisivo defendeu de imediato a legalidade do consciente pisotear: a lei permite pisar um jogador que esteja a impedir a saída da bola.
Não permite! Não é verdade e não há qualquer cobertura legal no gesto. Cito as leis do jogo:

Lei 16.3 – Rucking

(f) Os jogadores participando no ruck devem usar os seus pés para jogarem a bola - acção de rucking – e não para atingir os seus adversários no solo. Os jogadores efectuando o rucking com intenção de jogar a bola, devem tentar passar sobre os jogadores caídos no solo e não devem pisá-los intencionalmente. Os jogadores efectuando o rucking devem fazê-lo perto da bola. (P.P.)

PENALIDADE:

Pontapé de penalidade por Jogo Perigoso

Mais claro, não pode haver. O rugby é um jogo colectivo de combate com regulamentos que lhe garantem a lealdade e o desportivismo - e não há qualquer visão de jogo de cavalheiros que os possa transformar em justiceiros.
 
Nota Final: O João Paulo  etiquetou o post  como Código do Rugby. Eu preferi chamar-lhe, generalizando "Código de Honra"

2011/09/20

João Paulo Bessa

O percurso do João Paulo Bessa como atleta, treinador e dirigente desportivo, sobretudo na área do Rugby mas não só, não sofre contestação.
A propósito do RWC 2011 edita um blog a ter em conta.
Chama-se xvcontraxv.

Já agora apenas uma nota de saudade.
Faz exactamente 4 anos que eu, o Raúl Patrício, outro importante do rugby português, quer como jogador quer como treinador, o João Paulo e o António Catarino, infelizmente desaparecido que, embora nunca tenha jogado, era um fervoroso adepto e conhecedor da modalidade como, aliás, de quase todos os desportos, estivemos em Lyon com o fito de assistir ao confronto entre os All Blacks e Os Lobos.

A jornada incluiu muito de social do qual destaco um almoço, muito bom, de especialidades lyonesas e a visita às ruínas da mais antiga igreja católica do ocidente (àparte Roma).
Aqui se documenta a excursão.
Na primeira foto está o António à esquerda e o Raul de frente, eu de lado.
Na segunda a memória descritiva do local.
Na terceira o João Paulo está á direita.
Salut, mon vieux Antoine.




2011/09/19

Se Gales matou o cabrito, a Irlanda matou o quê?

E os "oito" da frente, particularmente aquele trio da primeira linha, cilindradaram (literalmente) o pack da Australia.
Provavelmente ainda hoje estão a perguntar se alguém tirou a matrícula do camião que os atropelou.

E Gales matou o cabrito


Finalmente Gales ganhou a Samoa, com a contribuição habitual do "baixinho", prespectivando-se um apuramento mais do que merecido.