2012/03/09

Biblioteca Pública

Hoje fui inscrever-me como leitor na Biblioteca Pública de Cascais em Tires/S. Domingos de Rana.
Fiquei agradavelmente surprendido com as ótimas instalações, o acervo livreiro e multimédia, o número de PC á disposição, a sala para crianças, o auditório e um atendimento amável e profissional, servido por um bar agradável cujo único defeito é não terem uma cervejinha fresca que no dia de hoje vinha mesmo a calhar.
Todas as salas têm uma luminosidade fantástica.
O sítio recomenda-se.
Trouxe para casa dois Cormack Maccarthy que não sabia existirem. O primeiro é de 1970(?).

2012/03/08

O Provedor 2

Transcreve-se o comentário de José Pacheco Pereira no Abrupto sobre o mesmo assunto do post anterior-


Este texto de autoria do Provedor do Diário de Notícias Óscar Mascarenhas retrata bem o modo como alguns jornalistas actuam na propaganda governamental. É o retrato do puro situacionismo, antes com o governo PS, agora com o governo PSD-CDS. A "notícia" referida nesta nota era tão evidentemente um "recado" governamental que estava a preparar um comentário meu num "mau trabalho" para o Ponto Contraponto na SICN. Talvez, insisto talvez, já não valha a pena fazê-lo depois deste texto do Provedor. Mas, a seu propósito, fui reler alguns comentários antigos de 2009, ainda na era Sócrates, do "índice do situacionismo" que envolvem o mesmo jornalista. Se tiverem paciência voltem lá, está lá tudo: intenção, métodos, manipulação, "recados" e serviços. É por isso que, ao ler o Óscar Mascarenhas, tenho esta enorme sensação de déja vu.


2012/03/04

Vladimir Putin


O cidadão russo Vladimir Putin não me é nada simpático.
Colocada esta declaração de interesses, convém também dizer que eu sou cidadão português e, portanto, não participo nas eleições russas.
Segundo as últimas notícias, Putin vai ganhar as eleições com, pelo menos, 58% dos votos.
Tendo em atenção as premissas anteriores, a peça sobre o assunto organizada pelo correspondente da RTP1 em Moscovo,  o fabuloso Evgueny Mouravitch conseguiu entrevistar cinco cidadãos russos que são contra o Putin e não arranjou um único apoiante.
É obra.

PS: Somando este, a outro post anterior estamos entregues a este gang de presumíveis jornalistas(?).

O Provedor

O Diário de Notícias tem vindo a degradar a sua qualidade como jornal de referênciade forma inacreditável.

Este escrito do Óscar Mascarenhas cidadão que conheço desde os bancos de escola em Almada e cuja carreira impoluta tenho seguido com admiração, deveria, por si só, dar origem a, pelo menos, um processo disciplinar ao jornalista(???) Francisco Almeida Leite ao subdiretor(?) Nuno Saraiva por violação grave do Código Deontológico dos Jornalistas e ao Livro de Estilo do DN.
O que mais me chocou neste artigo foi, mais do que a notícia em si, a resposta arrogante do referido jornalísta(?) e do seu chefe.
Por mim despedia os dois com justa causa.

2012/03/03

Livreiros independentes


Continua a Pó dos Livros a lutar, juntamente com muitos outros, contra esta asfixia que lhe é estupidamente imposta.
A única maneira de contribuir individualmente para esta luta é ir lá e comprar. Livros, daqueles que ganham pó e nos dão gozo só de olhar para as lombadas, 

Série Negra


O Benfica vs Porto de ontem lembrou-me o album Série Negra de Michel Vaillant.
No começo tudo parecia bem mas, de repente, quatro insucessos de seguida (Zenit, Guimarães, Académica e Porto) abalam toda a estrutura de confiança anteriormente existente.
Espero que acabe bem, tal como na história.

2012/03/01

Gales - Triple Crown


Ainda sobre o Gales vs Inglaterra que decidia a atribuiçao da Triple Crown e lançava Gales, se ganhasse, para a conquista do Grand Slam aqui ficam as melhores placagens do jogo.
Destaque para a placagem do centro George North ao médio de abertura inglês Owen Farrel , que, conforme a foto abaixo demonstra, é um verdadeiro manual de instruções sobre "como bem placar" 
Cortesia do site RugbyDump

2012/02/26

Gales- Triple Crown

A Triple Crown já cá canta. Bora para o Grand Slam. Só falta a França tal como em 2008.

2012/02/21

Two doors down

Hoje apetecia-me estar, não duas, mas muitas portas longe.

2012/02/20

Mardi Gras-New Orleans

Era aqui que eu gostava de estar amanhã.

2012/02/08

Não leia, isto é velho de 75 anos

Ferreira Fernandes, hoje, brilhante como sempre


Então, recapitulemos. A agência de rating Moody's baixa a nota da Grécia; as taxas de juro explodem; o país declara falência; a população revolta-se; o exército toma o poder, declara-se o estado de urgência e um general é entronizado ditador; a Moody's, arrependida pelas consequências, pede desculpa... "Alto!", grita-me um leitor, que prossegue: "Então, você começa por dizer que vai recapitular e, depois de duas patacoadas que todos conhecemos, lança-se para um futuro de ficção científica?!" Perdão, volto a escrever: então, recapitulemos. Só estou a falar de passado e vou repetir-me, agora com pormenores. A Moody's, fundada em 1909, não viu chegar a crise bolsista de 1929. Admoestada pelo Tesouro americano por essa falta de atenção, decidiu mostrar serviço e deu nota negativa à Grécia, em 1931. A moeda nacional (dracma) desfez-se, os capitais fugiram, as taxas de juros subiram em flecha, o povo, com a corda na garganta, saiu à rua, o Governo de Elefthérios Venizelos (nada a ver com o Venizelos, atual ministro das Finanças) caiu, a República, também, o país tornou-se ingovernável e, em 1936, o general Metaxas fechou o Parlamento e declarou um Estado fascista. Perante a sua linda obra, a Moody's declarou, nesse ano, que ia deixar de dar nota às dívidas públicas. Mais tarde voltou a dar, mas eu hoje só vim aqui para dizer que nem sempre as tragédias se repetem em farsa, como dizia o outro. Às vezes, repetem-se simplesmente.

Pedro Passos Coelho

Piegas é a tua tia ó palhaço.

2012/02/07

Família


Publicado no sítio da APFN:
Somos a família Frazão.
O pai Pedro tem 36 anos e é veterinário (funcionário público), a mãe Andreia tem 33 anos e é dentista (recibos verdes).
Temos 4 filhos: o João tem 6 anos e quer ser paleontólogo, o António tem 4 anos e quer ser futebolista, a Rosa tem 2 anos e quer ser Mãe e o Pedro que tem 1 ano.
Vivemos em S. Domingos de Rana.Não somos ricos, não somos pobres.
Queremos ser tratados com equidade e justiça.
Somos 6, queremos ser tratados como 6. Porque somos 6, por mês fazemos 93 litros de sopa e gastamos 62 pacotes de bolacha Maria. Já gastámos até hoje 288 pacotes de fraldas e vamos continuar a gastar…
Hoje, os seis, contribuímos para o crescimento económico do país, amanhã os nossos filhos vão pagar as nossas reformas e ajudar a pagar as reformas de mais pessoas.
Aqui vai uma mensagem da nossa família:
Vemos os nossos filhos como uma fonte de alegria e de amor que chega a ser viciante! Olhamos para os filhos como a natural continuidade de nós mesmos e vemos neles a presença dos nossos antepassados, que amamos e, alguns, já não temos. Olhamos para os nossos filhos como os portadores das datas futuras e tentamos educá-los para que sejam a força dos valores éticos dessa sociedade que começam a perceber!
Os nossos filhos são nossos, mas sabemos que também são de Portugal.
Portugal precisa e precisará sempre deles - devia saber reconhece-lo!
São Domingos de Rana, 4 de Fevereiro de 2012


Nota minha:
A família do meu filho mais velho é a minha família e faz parte da ASPN.

Eu, o meu filho mais velho e o meu filho mais novo não somos piegas.

Apetecia-me acabar este post com o refrão de uma música feita pelos NoNameBoys (que eu detesto) dedicado ao Pinto da Costa tendo como alvo, desta vez, o Coelho.

A moral, a decência e o bom gosto tal não me permitem, mas que apetecia, apetecia.

2012/02/06

Comentários

Ontem às 21.06h coloquei o comentário que se segue no post de Francisco Seixas da Costa intitulado A Brigada do Asterisco:

Sr. Embaixador

Registo que este poste já teve até agora nada menos nada mais que 64 comentários, sendo que a esmagadora maioria dos seus postes não ultrapassa a dezena.
Vamos às estatísticas:
Catinga-5
Teresa-3
Helena Oneto-4
Julia Macias-Valet-3
Francisco Seixas da Costa-6 (que trabalheira)
Anónimos- Não vale a pena contar.
A esmagadora maioria não acrescenta nada ao post original e apenas contribui para a feira das vaidades.
O seu post intitulado Comentários de, salvo erro, 28 de janeiro também teve uma quantidade de comentários muito acima da média.
Curioso...

A Julia Macias-Valet às 21.51, mais rápida que a própria sombra ou não estivesse a lidar com um "pistoleiro", brindou-me com o seguinte comentário ao próprio comentário;

Caro Fernando Frazao,

Isso nao sera um bocadinho de "dor de cotovelo" ??? é que acabo de constatar que no seu blog e sobre o mesmo assunto o contador de comentarios esta a ZERO !

PS: Impressão minha ou o seu comentário para além de veneno nao trouxe nada de novo ?

De rajada, vários "comentadores" elaboraram sobre o meu texto.

Sintomático.

PS: Peço desculpa à Margarida por a ter deixado de fora. Imperdoavel.

PSS: O post original já vai com 84 comentários. É obra.

Epílogo: Este texto é escrito no meu blog por duas razões. A primeira é não querer inflacionar as estatísticas. A segunda é que os cotovelos não me doem e, portanto, espero não receber nenhum comentário.

2012/02/03

Acordo Ortográfico

Muito interessante esta decisão de Vasco Graça Moura de não implementar o AO no CCB.
O homem, que já há muito tempo não anda bom da cabeça, seguramente, ensandeceu de vez, impondo (peço desculpa) adotando, no CCB, o lema "No passaran".
Os cães ladram e a caravana passa.

2012/02/02

As caixas de comentários

O António Teixeira do Herdeiro de Aécio retirou, recentemente, a possibilidade de comentar seus posts, coisa que me incomodou.
Questionado o motivo, o António (acidental ou propositado), amavelmente, respondeu com o texto, que seguidamente se reproduz, não sem primeiro lhe solicitar autorização e que origem à conversa que também se transcreve:

Caro Fernando Frazão

Foi deliberado. É um estado de espírito... É verdade que os comentários são escassos mas nem é isso que afecta o espírito. É o cariz dos que iam aparecendo. Os penúltimos eram de um coleccionista russo especializado em medalhas de bombeiros. Quando lhe respondi que usara um sítio despropositado para tal actividade, respondeu-me precisando que o que ele queria eram as 6 medalhas de Liga dos Bombeiros... O poste era de Outubro de 2006 e a respeito do exercício prepotente da hegemonia australiana sobre as nações insulares do Pacífico... http://herdeirodeaecio.blogspot.com/2006/10/tv-nostalgia-fora-de-srie.html

Os últimos eram de um tal José e nem sei bem como os classificar, entre o provocador ou - benignamente - uma tentativa de humor mal sucedida. E isso também talvez da minha parte. http://herdeirodeaecio.blogspot.com/2012/01/aqui-e-portugal.html Mas quando se pretende discutir a data de emissão original dos anúncios televisivos dos produtos da Couto Lda., dá-me cá um peso em cima dos ombros... Não é apenas por ter escrito sobre esse assunto, a propósito da pasta medicinal Couto há pouco mais de um mês - http://herdeirodeaecio.blogspot.com/2011/12/palavras-para-que.html. É sobretudo porque esse poste aparece comentado precisamente por esse mesmo José que tem agora a certeza que o anúncio do restaurador Olex só apareceu depois do 25 de Abril. Ou seja, pelo que lá escreve, o José terá percebido a ideia com os dentífricos mas agora seria preciso explicar-lhe tudo de novo para os restauradores... Enfim, creio que é só uma fase, lá mais para diante a minha disposição mudará, mas sobretudo agradeço-lhe muito por ter perguntado.

Cumprimentos

A.Teixeira

Segue a minha resposta:

Caro António

Eu percebo o seu estado de espírito que deve ser o mesmo do Ferreira Fernandes ou do nosso homem em Paris.
Mas é pena, porque a bondade da coisa não pode ser posta em causa e sempre se fica a conhecer muita gente boa.
De qualquer modo, entre nós, peço-lhe licença para, de vez quando, invadir a sua caixa de mail com um comentário ou outro.Suponho que dado o historial de comentários meus aos seus posts (e dos seus aos meus), não temerá algum despautério da minha parte.

Já agora peço-lhe licença para publicar este seu mail no meu blog.

Cumprimentos

Resposta definita do António

Caro Fernando
Ele há coisas que são tão inerentes e tão evidentes que me dispenso de as apontar - mal.
Faz muito bem em querer deixar esclarecido esse aspecto e em chamar-me a atenção para tal.
Claro que o deixo completamente à vontade para trocarmos estas impressões que tão agradáveis se têm revelado até. E concordo consigo que há trocas de impressões muito agradáveis: por exemplo, os antepenúltimos comentários do JPT do Mas-chamba - com quem já tive duas interessantes pegas - foram perfeitamente normais, a respeito das influências norte-coreanas (http://herdeirodeaecio.blogspot.com/2012/01/influencia-da-asia-oriental-nos-paises.html).

Por outro lado, sempre assumi que, quando os comentários estivessem indisponíveis, quem me quisesse realmente contactar faria aquilo que o Fernando fez: usa a opção do Correio que, desde o princípio do blogue, estivessem as caixas de comentários abertas ou fechadas, sempre lá esteve disponível. Acresce ainda que, como o blogue é individual, essa caixa de correio é, por inerência, pessoal. Aliás, nesta etiqueta de blogosfera, sempre fiz uma distinção entre mensagens e comentários. Umas são privadas, os outros públicos, o que nem todos parecem entender. Não costumo, por exemplo, quando detecto algo que considero uma incorrecção evidente e significativa num blogue dos que prezo, utilizar a caixa de comentários do blogue para informar dela o autor. Sempre que possível uso o correio que é mais discreto. Não é minha intenção exibir a minha argúcia - que rapidamente se verá ultrapassada, de resto, se o autor aceitar a minha sugestão... - apenas auxiliar um colega. Também confesso que a contrapartida a essa concepção é que aceito muito mal quando se modificam postes depois de eles terem sido comentados e sem que essa alteração seja devidamente assinalada pelo autor...
Quanto à licença que me pede, esteja à vontade.
Não sei se concordará comigo, mas a única vítima da potencial indiscrição, e já que nenhum de nós terá um grande auditório russo, será o amor próprio do dito José... e muito por culpa própria!
Cumprimentos

A.Teixeira