Como os jogadores e treinadores de futebol, salvo raras e honrosas excecões, não têm o "drive" suficiente para responder de forma adequada ás perguntas dos jornalistas(?), o título do post foi adaptado à realidade.
2012/03/16
Stupid answers to stupid questions
Como os jogadores e treinadores de futebol, salvo raras e honrosas excecões, não têm o "drive" suficiente para responder de forma adequada ás perguntas dos jornalistas(?), o título do post foi adaptado à realidade.
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2012/03/11
A Europa dos cafés
"Desenhe-se o mapa das cafetarias e obter-se-á um dos marcadores essenciais da ideia de Europa», escreve George Steiner no ensaio A ideia da Europa."
João Ventura no O Leitor sem Qualidades disserta sobre assunto aqui e aqui.
Eu, que sou, desde o Café Central em Almada, onde o meu pai me levava aos sábados de manhã, um indefétivel da "instituição", não posso estar mais de acordo.
Ainda hoje não consigo ler os jornais em casa. Ele lia o Diário de Notícias e eu lia o Condor Popular e o Cavaleiro Andante e, uma vez por mês esses dois, mais o Álbum do Cavaleiro Andante. Uma festa.
Há pouco mais de uma semana fiz umpériplo pela Bélgica, Luxemburgo, Alemanha e Austria. Os cafés continuam lá, como cá.
Steiner tem razão
João Ventura no O Leitor sem Qualidades disserta sobre assunto aqui e aqui.
Eu, que sou, desde o Café Central em Almada, onde o meu pai me levava aos sábados de manhã, um indefétivel da "instituição", não posso estar mais de acordo.
Ainda hoje não consigo ler os jornais em casa. Ele lia o Diário de Notícias e eu lia o Condor Popular e o Cavaleiro Andante e, uma vez por mês esses dois, mais o Álbum do Cavaleiro Andante. Uma festa.
Há pouco mais de uma semana fiz umpériplo pela Bélgica, Luxemburgo, Alemanha e Austria. Os cafés continuam lá, como cá.
Steiner tem razão
2012/03/10
Jean Giraud
Giraud, Gir, Moebius, foi em todos os seus heterónimos um excepcional narrador de histórias e vai continuar no imaginário de todos os seus orfãos.
R.I.P.
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2012/03/09
Biblioteca Pública
Hoje fui inscrever-me como leitor na Biblioteca Pública de Cascais em Tires/S. Domingos de Rana.
Fiquei agradavelmente surprendido com as ótimas instalações, o acervo livreiro e multimédia, o número de PC á disposição, a sala para crianças, o auditório e um atendimento amável e profissional, servido por um bar agradável cujo único defeito é não terem uma cervejinha fresca que no dia de hoje vinha mesmo a calhar.
Todas as salas têm uma luminosidade fantástica.
O sítio recomenda-se.
Trouxe para casa dois Cormack Maccarthy que não sabia existirem. O primeiro é de 1970(?).
Fiquei agradavelmente surprendido com as ótimas instalações, o acervo livreiro e multimédia, o número de PC á disposição, a sala para crianças, o auditório e um atendimento amável e profissional, servido por um bar agradável cujo único defeito é não terem uma cervejinha fresca que no dia de hoje vinha mesmo a calhar.
Todas as salas têm uma luminosidade fantástica.
O sítio recomenda-se.
Trouxe para casa dois Cormack Maccarthy que não sabia existirem. O primeiro é de 1970(?).
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S. Domingos de Rana
2012/03/08
O Provedor 2
Transcreve-se o comentário de José Pacheco Pereira no Abrupto sobre o mesmo assunto do post anterior-
Este texto de autoria do Provedor do Diário de Notícias Óscar Mascarenhas retrata bem o modo como alguns jornalistas actuam na propaganda governamental. É o retrato do puro situacionismo, antes com o governo PS, agora com o governo PSD-CDS. A "notícia" referida nesta nota era tão evidentemente um "recado" governamental que estava a preparar um comentário meu num "mau trabalho" para o Ponto Contraponto na SICN. Talvez, insisto talvez, já não valha a pena fazê-lo depois deste texto do Provedor. Mas, a seu propósito, fui reler alguns comentários antigos de 2009, ainda na era Sócrates, do "índice do situacionismo" que envolvem o mesmo jornalista. Se tiverem paciência voltem lá, está lá tudo: intenção, métodos, manipulação, "recados" e serviços. É por isso que, ao ler o Óscar Mascarenhas, tenho esta enorme sensação de déja vu.
Este texto de autoria do Provedor do Diário de Notícias Óscar Mascarenhas retrata bem o modo como alguns jornalistas actuam na propaganda governamental. É o retrato do puro situacionismo, antes com o governo PS, agora com o governo PSD-CDS. A "notícia" referida nesta nota era tão evidentemente um "recado" governamental que estava a preparar um comentário meu num "mau trabalho" para o Ponto Contraponto na SICN. Talvez, insisto talvez, já não valha a pena fazê-lo depois deste texto do Provedor. Mas, a seu propósito, fui reler alguns comentários antigos de 2009, ainda na era Sócrates, do "índice do situacionismo" que envolvem o mesmo jornalista. Se tiverem paciência voltem lá, está lá tudo: intenção, métodos, manipulação, "recados" e serviços. É por isso que, ao ler o Óscar Mascarenhas, tenho esta enorme sensação de déja vu.
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Provedor do DN
2012/03/04
Vladimir Putin
O cidadão russo Vladimir Putin não me é nada simpático.
Colocada esta declaração de interesses, convém também dizer que eu sou cidadão português e, portanto, não participo nas eleições russas.
Segundo as últimas notícias, Putin vai ganhar as eleições com, pelo menos, 58% dos votos.
Tendo em atenção as premissas anteriores, a peça sobre o assunto organizada pelo correspondente da RTP1 em Moscovo, o fabuloso Evgueny Mouravitch conseguiu entrevistar cinco cidadãos russos que são contra o Putin e não arranjou um único apoiante.
É obra.
PS: Somando este, a outro post anterior estamos entregues a este gang de presumíveis jornalistas(?).
O Provedor
O Diário de Notícias tem vindo a degradar a sua qualidade como jornal de referênciade forma inacreditável.
Este escrito do Óscar Mascarenhas cidadão que conheço desde os bancos de escola em Almada e cuja carreira impoluta tenho seguido com admiração, deveria, por si só, dar origem a, pelo menos, um processo disciplinar ao jornalista(???) Francisco Almeida Leite ao subdiretor(?) Nuno Saraiva por violação grave do Código Deontológico dos Jornalistas e ao Livro de Estilo do DN.
O que mais me chocou neste artigo foi, mais do que a notícia em si, a resposta arrogante do referido jornalísta(?) e do seu chefe.
Por mim despedia os dois com justa causa.
Este escrito do Óscar Mascarenhas cidadão que conheço desde os bancos de escola em Almada e cuja carreira impoluta tenho seguido com admiração, deveria, por si só, dar origem a, pelo menos, um processo disciplinar ao jornalista(???) Francisco Almeida Leite ao subdiretor(?) Nuno Saraiva por violação grave do Código Deontológico dos Jornalistas e ao Livro de Estilo do DN.
O que mais me chocou neste artigo foi, mais do que a notícia em si, a resposta arrogante do referido jornalísta(?) e do seu chefe.
Por mim despedia os dois com justa causa.
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2012/03/03
Livreiros independentes
Continua a Pó dos Livros a lutar, juntamente com muitos outros, contra esta asfixia que lhe é estupidamente imposta.
A única maneira de contribuir individualmente para esta luta é ir lá e comprar. Livros, daqueles que ganham pó e nos dão gozo só de olhar para as lombadas,
Série Negra
O Benfica vs Porto de ontem lembrou-me o album Série Negra de Michel Vaillant.
No começo tudo parecia bem mas, de repente, quatro insucessos de seguida (Zenit, Guimarães, Académica e Porto) abalam toda a estrutura de confiança anteriormente existente.
Espero que acabe bem, tal como na história.
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2012/03/01
Gales - Triple Crown
Ainda sobre o Gales vs Inglaterra que decidia a atribuiçao da Triple Crown e lançava Gales, se ganhasse, para a conquista do Grand Slam aqui ficam as melhores placagens do jogo.
Destaque para a placagem do centro George North ao médio de abertura inglês Owen Farrel , que, conforme a foto abaixo demonstra, é um verdadeiro manual de instruções sobre "como bem placar"
Cortesia do site RugbyDump
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Torneio das seis Nações
2012/02/28
2012/02/26
Gales- Triple Crown
A Triple Crown já cá canta.
Bora para o Grand Slam. Só falta a França tal como em 2008.
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Torneio das seis Nações
2012/02/21
2012/02/20
Mardi Gras-New Orleans
Era aqui que eu gostava de estar amanhã.
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2012/02/17
The Goat Rodeo Sessions-Attaboy
Obrigado Sofia
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2012/02/08
Não leia, isto é velho de 75 anos
Ferreira Fernandes, hoje, brilhante como sempre
Então, recapitulemos. A agência de rating Moody's baixa a nota da Grécia; as taxas de juro explodem; o país declara falência; a população revolta-se; o exército toma o poder, declara-se o estado de urgência e um general é entronizado ditador; a Moody's, arrependida pelas consequências, pede desculpa... "Alto!", grita-me um leitor, que prossegue: "Então, você começa por dizer que vai recapitular e, depois de duas patacoadas que todos conhecemos, lança-se para um futuro de ficção científica?!" Perdão, volto a escrever: então, recapitulemos. Só estou a falar de passado e vou repetir-me, agora com pormenores. A Moody's, fundada em 1909, não viu chegar a crise bolsista de 1929. Admoestada pelo Tesouro americano por essa falta de atenção, decidiu mostrar serviço e deu nota negativa à Grécia, em 1931. A moeda nacional (dracma) desfez-se, os capitais fugiram, as taxas de juros subiram em flecha, o povo, com a corda na garganta, saiu à rua, o Governo de Elefthérios Venizelos (nada a ver com o Venizelos, atual ministro das Finanças) caiu, a República, também, o país tornou-se ingovernável e, em 1936, o general Metaxas fechou o Parlamento e declarou um Estado fascista. Perante a sua linda obra, a Moody's declarou, nesse ano, que ia deixar de dar nota às dívidas públicas. Mais tarde voltou a dar, mas eu hoje só vim aqui para dizer que nem sempre as tragédias se repetem em farsa, como dizia o outro. Às vezes, repetem-se simplesmente.
Então, recapitulemos. A agência de rating Moody's baixa a nota da Grécia; as taxas de juro explodem; o país declara falência; a população revolta-se; o exército toma o poder, declara-se o estado de urgência e um general é entronizado ditador; a Moody's, arrependida pelas consequências, pede desculpa... "Alto!", grita-me um leitor, que prossegue: "Então, você começa por dizer que vai recapitular e, depois de duas patacoadas que todos conhecemos, lança-se para um futuro de ficção científica?!" Perdão, volto a escrever: então, recapitulemos. Só estou a falar de passado e vou repetir-me, agora com pormenores. A Moody's, fundada em 1909, não viu chegar a crise bolsista de 1929. Admoestada pelo Tesouro americano por essa falta de atenção, decidiu mostrar serviço e deu nota negativa à Grécia, em 1931. A moeda nacional (dracma) desfez-se, os capitais fugiram, as taxas de juros subiram em flecha, o povo, com a corda na garganta, saiu à rua, o Governo de Elefthérios Venizelos (nada a ver com o Venizelos, atual ministro das Finanças) caiu, a República, também, o país tornou-se ingovernável e, em 1936, o general Metaxas fechou o Parlamento e declarou um Estado fascista. Perante a sua linda obra, a Moody's declarou, nesse ano, que ia deixar de dar nota às dívidas públicas. Mais tarde voltou a dar, mas eu hoje só vim aqui para dizer que nem sempre as tragédias se repetem em farsa, como dizia o outro. Às vezes, repetem-se simplesmente.
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