2013/07/18
Kennedy Center Honors - Paul McCartney Tribute
Apesar de não ser o meu aniversário recebi hoje esta prenda.
PS: Ressalto gozo que me deu ver o James Taylor careca como eu.
A fresh restart
Depois de muito (demasiado) tempo sem por aqui andar por razões que não faz sentido explicitar neste espaço, eis-me de volta.
Antigamente dizia-se "dar à estampa", agora poderá dizer-se "dar ao blog" o que me vai agora na alma.
Nada melhor do que "I can see clear, now the rain as gone".
2012/05/06
2012/04/28
2012/04/27
Contrato
Eu já assinei:
Nota: Como em todos os contratos aconselhamos a ler a letras pequeninas.
Condições e termos do contrato:
Habilitações necessárias: Gosto pela leitura. Dispensamos qualquer outro tipo de conhecimentos, nomeadamente informáticos.
Contrato: Sem termo, nada de recibos verdes e emprego garantido para toda a vida.
Características: Aceitamos candidatos de ambos os sexos, raça ou credo e sem limite de idade.
Horário: A tempo inteiro, a part-time ou a partir de casa.
Carreira: Não podia ser mais aliciante: quem não quer trabalhar no que gosta? Bom ambiente entre colegas, ideal para a valorização pessoal, formação profissional contínua e ascensão rápida de carreira.
Férias e folgas: Quando quiser, pode levar o trabalho para a praia.
Remuneração: Sabedoria e conhecimentos (livres de impostos).
Precisam-se clientes,
com ou sem experiência.
Entrada imediata.
Nota: Como em todos os contratos aconselhamos a ler a letras pequeninas.
Condições e termos do contrato:
Habilitações necessárias: Gosto pela leitura. Dispensamos qualquer outro tipo de conhecimentos, nomeadamente informáticos.
Contrato: Sem termo, nada de recibos verdes e emprego garantido para toda a vida.
Características: Aceitamos candidatos de ambos os sexos, raça ou credo e sem limite de idade.
Horário: A tempo inteiro, a part-time ou a partir de casa.
Carreira: Não podia ser mais aliciante: quem não quer trabalhar no que gosta? Bom ambiente entre colegas, ideal para a valorização pessoal, formação profissional contínua e ascensão rápida de carreira.
Férias e folgas: Quando quiser, pode levar o trabalho para a praia.
Remuneração: Sabedoria e conhecimentos (livres de impostos).
2012/04/12
E a puta que os pariu II
Já aqui tinha trancrito um post do Eduardo Pitta sobre o assunto. Trancrevo agora outro sobre o mesmo assunto mas agora sobre o burgo local.
Uma das polémicas que mais galvanizaram a bloga durante o consulado Sócrates foi a da proibição do fumo em restaurantes, bares e cafés. Arbítrio, totalitarismo, intromissão intolerável na liberdade dos cidadãos, de tudo o governo foi acusado por jornalistas e bloggers que hoje são secretários de Estado, adjuntos e assessores de gabinetes ministeriais e dos grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP. Agora, o governo prepara-se para: a) acabar com as máquinas automáticas de venda de tabaco; b) estabelecer a proibição de fumar à porta de restaurantes, bares e cafés; c) acabar com o regime misto actualmente em vigor (o proprietário decide). E ninguém vai piar.
Acresce ainda que, a sanha legisladora, parece que vai proíbir que os condutores fumem quando transportam crianças.
Algumas questões:
Ficam também proíbidos os outros passageiros?;
Como é que a polícia vai fiscalizar esta lei?
Quando nos mandarem parar e se transportarmos crianças temos que mostrar se o cinzeiro tem beatas?
A legislação já contempla que não se podem atirar coisas para fora do carro incluindo beatas e também que é probido aos peôes atravessaren ruas a menos de cinquenta metros das passadeiras.
O MAI que tanto gosta de mostrar estatísticas alguma vez disse quantos cidadãos foram multados por terem violado estas leis?
A regra deveria ser só uma. O dono do espaço tem direito a decidir se nele se fuma, se se pode beber alcool, se se pode come refugados, se se pode dar um peido ou um arroto bem sonoro ou não.
Em casa do meu filho Pedro não se fuma ponto . Em minha casa fuma-se ponto,a não ser que alguns dos presentes me peça para não o fazer o que, por norma de boa educação, eu respeito ou, ainda, que os meus netos estejam presentes.
Mesmo no tempo em que era permitido fumar em todo o lado sempre perguntei aos vizinhos de circunstância se o facto de eu fumar os incomodava.
Chama-se a isso respeito e boa educação. Estes estúpidos, porque não são bem educados, querem impor aquilo que devia ser natural.
Estes legisladores da treta continuam entretidos com com merdas da treta, quando deviam estar a tratar daquilo que verdadeiramente interessa.
A puta que os pariu outra vez.
Uma das polémicas que mais galvanizaram a bloga durante o consulado Sócrates foi a da proibição do fumo em restaurantes, bares e cafés. Arbítrio, totalitarismo, intromissão intolerável na liberdade dos cidadãos, de tudo o governo foi acusado por jornalistas e bloggers que hoje são secretários de Estado, adjuntos e assessores de gabinetes ministeriais e dos grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP. Agora, o governo prepara-se para: a) acabar com as máquinas automáticas de venda de tabaco; b) estabelecer a proibição de fumar à porta de restaurantes, bares e cafés; c) acabar com o regime misto actualmente em vigor (o proprietário decide). E ninguém vai piar.
Acresce ainda que, a sanha legisladora, parece que vai proíbir que os condutores fumem quando transportam crianças.
Algumas questões:
Ficam também proíbidos os outros passageiros?;
Como é que a polícia vai fiscalizar esta lei?
Quando nos mandarem parar e se transportarmos crianças temos que mostrar se o cinzeiro tem beatas?
A legislação já contempla que não se podem atirar coisas para fora do carro incluindo beatas e também que é probido aos peôes atravessaren ruas a menos de cinquenta metros das passadeiras.
O MAI que tanto gosta de mostrar estatísticas alguma vez disse quantos cidadãos foram multados por terem violado estas leis?
A regra deveria ser só uma. O dono do espaço tem direito a decidir se nele se fuma, se se pode beber alcool, se se pode come refugados, se se pode dar um peido ou um arroto bem sonoro ou não.
Em casa do meu filho Pedro não se fuma ponto . Em minha casa fuma-se ponto,a não ser que alguns dos presentes me peça para não o fazer o que, por norma de boa educação, eu respeito ou, ainda, que os meus netos estejam presentes.
Mesmo no tempo em que era permitido fumar em todo o lado sempre perguntei aos vizinhos de circunstância se o facto de eu fumar os incomodava.
Chama-se a isso respeito e boa educação. Estes estúpidos, porque não são bem educados, querem impor aquilo que devia ser natural.
Estes legisladores da treta continuam entretidos com com merdas da treta, quando deviam estar a tratar daquilo que verdadeiramente interessa.
A puta que os pariu outra vez.
2012/04/04
Flores para Algernon
Brilhante como é habitual.
Para Passos pôr e repor é um supor
Para Passos pôr e repor é um supor
Confusão!, queixavam-se os jornais online. Referiam-se ao discurso inicial de Passos Coelho, ontem no Parlamento, sobre a reposição dos salários da função pública - que seria integral em 2016, disse ele -, e que, pouco depois, o próprio primeiro-ministro modificou para uma reposição gradual de 20% a partir de 2016. Confusão coisa nenhuma! O que houve foi a preguiça habitual dos jornalistas que não souberam ouvir Passos Coelho. Felizmente estava lá eu. Aqui vos deixo as palavras límpidas do orador: "Senhores deputados, como ainda há pouco vos disse que repunha, desdigo agora porque não ponho. E dizendo-o, mais que digo, reitero, porque se ponho o que não punha nada mais faço do que dispor sobre o que antes não pusera. Ponho, pois. Isto é, não ponho. E sendo isto tão claro, não contraponham reticências onde exclamação pede ser posta: não só reponho como logo oponho! Reponho tudo, como eu disse às dez. E só ponho 20% (que é não pôr 80), como garanti ao meio-dia. Não é isto tão simples? Pôr e repor é um supor. Meu senhores, se há verbo que gosto é do pôr - no indicativo ("enquanto vós púnheis o voto na urna"), no conjuntivo ("quando eu puser as promessas mais falsas") e no imperativo ("põe tu as ilusões de molho") -, e, sobretudo, nesse maravilhoso pôr conjugado no porém. Ah, dizer pôr e, com porém, passar ao não pôr... Eis, senhores deputados, a essência do que para mim é ser porítico, perdão, político."
2012/04/02
Earl Scruggs (1924-2012)
Earl Scruggs and friends. Foggy Mountain Breakdown
Mestre do banjo inventou a técnica dos três dedos substituindo a clássica palheta.
R.I.P
Mestre do banjo inventou a técnica dos três dedos substituindo a clássica palheta.
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2012/03/30
C.J. Chenier
O Zydeco é originário da Lousiana com forte influencia francesa e com a caracteristica especial de não acolher instrumentos de percursão e ter como instrumento básico o acordeão.
C.J. Chenier é atualmente o seu melhor representante seguindo as pisadas do pai Clifton Chenier.
É muito engraçada a origem deste tipo de música profundamente entranhada na culura cajun.
Embora esteja descrita no link não resisto a extratar aqui o parágrafo que tal refere e, passo a citar:
..."Zydeco (French, from the phrase: "Les haricots ne sont pas salés", means "the snap beans aren't salty". This phrase is a colloquial expression that means 'I have no spicy news for you.'[citation needed] It has alternatively been referred to as meaning "I'm so poor, I can't afford any salt meat for the beans." When spoken in the regional French, it is spoken thus: "leh-zy-dee-co sohn pah salay...").
Ainda hoje se dança nas festas populares das comunidades rurais da Louisiana.
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2012/03/29
Fernando Pinto
Sempre gostei deste homem. Retirou a TAP do voo rasante onde permanentemente voava e colocou os seus aviões nos, bem alto, nos céus do planeta.
Ao "ouver", como diria o jazzé, esta entrevista fiquei a gostar ainda mais.
Bem haja
2012/03/24
TGV? Temos a Torre de Belém
Paulo Gaião no Expresso.
Não posso estar mais de acordo. Eu também já andei de TGV.
Agora que o sonho TGV acabou, convém fazer o epitáfio. Portugal fica mais isolado do centro da Europa e vê Espanha integrada com os seus 2900 Km de comboio de alta velocidade, ligada a Paris, Berlim, Viena. É mais um exemplo do mau governo à portuguesa. Confundimos a discussão sobre a necessidade deste projecto estratégico com a incapacidade de o fazer sem negociatas e corrupção. Confundimos o problema de não termos dinheiro para o TGV com a questão de não gastarmos mal e investirmos nele. Confundimos obras públicas que nos ligam entre nós, auto-estradas, o CCB, a ponte Vasco da Gama com obras que nos abrem melhor a Europa. Confundimos a questão da falta de passageiros do TGV com a ideia que o avião nos basta para sairmos daqui. Confundimos os preços altos do TGV com a falta de jeito para fazermos promoções e sabermos vender o que é nosso. Confundimos o argumento novo-riquista e megalómano do TGV com o nosso próprio provincianismo.
O grande problema é nunca termos andado de TGV. Sentarmo-nos lá dentro, irmos até Madrid em 4 horas, entrarmos com as malas que quisermos no comboio um minuto antes, nem sentirmos a velocidade porque tudo é suave, poder almoçar ou jantar calmamente na carruagem-restaurante e dar um passeio de quase um km pelo comboio inteiro. O preço? Ainda hoje, o sítio da rede europeia de TGV tinha promoções Paris-Turim, distância de quase 1000 Km a... 25 euros. Lisboa-Madrid podia ficar por 15 euros. E o comboio cheio.
O grande problema é nunca termos tido vida fora daqui. O mundo é do Minho aos Algarves. E pára em Lisboa. Como dizia nos Maias Ega para consolar Carlos da Maia, chegado de Paris e reconhecendo no Chiado, encostados às mesmas portas quem lá deixara há dez anos, temos a Avenida da Liberdade e... Hem?... Já não é mau. Mais o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém, a bruma dos viajantes que fomos.
Aeroporto na Alta do Lumiar
Agora nem TVG nem novo aeroporto. O da Portela vai continuar a ocupar a cidade, com cada vez mais voos, minuto a minuto a rasarem o Campo Grande e a Alta do Lumiar. Com mais barulho e poluição. Até nos cair um avião no prato. E, lá dentro, na Portela, uma manta de retalhos, um espaço desequilibrado, onde tanto parece que estamos no brinquinho de Munique como no Congo, cheio de cadeiras estafadas, passadeiras que não existem em corredores de cem metros, escadas rolantes que não funcionam. Também aqui, no novo aeroporto, em Alcochete, na Ota, em Figo Maduro, onde quer que fosse, confundimos tudo.
2012/03/22
Dia do Pai
Sou pouco ou nada sensível a estas datas onde se comemora a mãe, a árvore, a mulher e, um dia destes o do cão, do gato e do periquito.
Também, normalmente, não publico coisas intimas
Dito isto, este ano foi especial porque recebi, dos meus filhos, duas "cartas".
Aqui ficam para memória futura:
Do Pedro:
Bom dia Pai!
Pai. Tiveste de trabalhar tanto... Mas tentavas sempre ter um olhar para mim. A mãe também não tinha muito tempo... O teu colo era dos melhores consolos que podia ter. Sei que me dás muitos “brinquedos”, mas eu não preciso disso. Preciso de ti, tem cuidado contigo.
Pai. Fazemos muito barulho mas tu consegues ainda dar-nos abraços, rebolar no chão em brincadeiras, jogar xadrez connosco ou ler um livro devagar... É tão bom!
Pai. Sei que te esforças muito por conseguir “alimentar-nos” a todos. Trabalhas muitas horas. Nem sempre estudo, eu... Fazes-me ver que o saber é a melhor ferramenta de trabalho que posso ter na minha vida. Não acredito muito em ti, mas não queria pensar no que seria a nossa vida sem o som diário da tua chave a abrir a porta de casa... e depois dos fins-de-semana contigo.
Pai. Ofereceste-me um carro!!!! Obrigado!!!
Pai. Sei que vou sair com os meus amigos, que chego tarde e que por vezes piso o risco. E tu não deixas de mo dizer. Por vezes duramente. Tenho sempre a sensação de que me vês, mesmo não estando perto de mim. O meu irmão também sente o mesmo. Isso é bom. Afasta-nos do perigo.
Pai. À segunda consegui acabar o meu curso de veterinário!!!!
Pai. Encontrei a mulher da minha vida. Não é maravilhoso?
Pai. Vou ser pai! É agora que eu mesmo quero ter a minha família e que quero ter tantos filhos, mais que tu, mas também tenho muito mais condições do que tu tinhas…penso muito no teu esforço. Como é que conseguiste??? Começo a perceber tantas coisas que nos disseste com os teus gestos e com as tuas atitudes... O mais relevante – tendo nós dificuldades - foi ensinar-nos que muitas coisas não são assim tão importantes... viver é muito mais do que isso!
Pai. Eu também quero ser como tu para os meus filhos!
Pai. Sem saberes, foste uma das minhas melhores catequeses e um grande responsável pelo amor que tenho a Deus: Pai-Filho-e-Espírito-Santo!
Pai. Estamos aqui. O meu irmão e eu. Sempre.
Do João:
Pai,
Eu sinto uma profunda admiração por ti. Obrigado por tudo: por me deixares errar, por me deixares caminhar livremente. confiança que depositaste em mim e nas minhas escolhas. por nunca me deixares ter razão sem uma boa dose de argumentação e prova. por me teres incutido a curiosidade e admiração pelas coisas do mundo. pela transmissão de sabedoria, conhecimento e gosto pela cultura… da que se aprende depois das aulas. por todas as conversas e discussões que te ouvi com amigos mesmo sem perceber patavina. por me levares para a cerca da noite… pelas férias em tantos locais maravilhosos. Obrigado pelos belos jantares e almoços. por me ensinares a ir pela minha cabeça. por me teres levado tantas vezes e repetidas vezes aos desportos que amei. por teres pago e ajudado nos meus estudos. Obrigado por me teres ensinado a ler. Obrigado por me teres ensinado a dizer obrigado e desculpa.
Também, normalmente, não publico coisas intimas
Dito isto, este ano foi especial porque recebi, dos meus filhos, duas "cartas".
Aqui ficam para memória futura:
Do Pedro:
Bom dia Pai!
Pai. Tiveste de trabalhar tanto... Mas tentavas sempre ter um olhar para mim. A mãe também não tinha muito tempo... O teu colo era dos melhores consolos que podia ter. Sei que me dás muitos “brinquedos”, mas eu não preciso disso. Preciso de ti, tem cuidado contigo.
Pai. Fazemos muito barulho mas tu consegues ainda dar-nos abraços, rebolar no chão em brincadeiras, jogar xadrez connosco ou ler um livro devagar... É tão bom!
Pai. Sei que te esforças muito por conseguir “alimentar-nos” a todos. Trabalhas muitas horas. Nem sempre estudo, eu... Fazes-me ver que o saber é a melhor ferramenta de trabalho que posso ter na minha vida. Não acredito muito em ti, mas não queria pensar no que seria a nossa vida sem o som diário da tua chave a abrir a porta de casa... e depois dos fins-de-semana contigo.
Pai. Ofereceste-me um carro!!!! Obrigado!!!
Pai. Sei que vou sair com os meus amigos, que chego tarde e que por vezes piso o risco. E tu não deixas de mo dizer. Por vezes duramente. Tenho sempre a sensação de que me vês, mesmo não estando perto de mim. O meu irmão também sente o mesmo. Isso é bom. Afasta-nos do perigo.
Pai. À segunda consegui acabar o meu curso de veterinário!!!!
Pai. Encontrei a mulher da minha vida. Não é maravilhoso?
Pai. Vou ser pai! É agora que eu mesmo quero ter a minha família e que quero ter tantos filhos, mais que tu, mas também tenho muito mais condições do que tu tinhas…penso muito no teu esforço. Como é que conseguiste??? Começo a perceber tantas coisas que nos disseste com os teus gestos e com as tuas atitudes... O mais relevante – tendo nós dificuldades - foi ensinar-nos que muitas coisas não são assim tão importantes... viver é muito mais do que isso!
Pai. Eu também quero ser como tu para os meus filhos!
Pai. Sem saberes, foste uma das minhas melhores catequeses e um grande responsável pelo amor que tenho a Deus: Pai-Filho-e-Espírito-Santo!
Pai. Estamos aqui. O meu irmão e eu. Sempre.
Do João:
Pai,
Eu sinto uma profunda admiração por ti. Obrigado por tudo: por me deixares errar, por me deixares caminhar livremente. confiança que depositaste em mim e nas minhas escolhas. por nunca me deixares ter razão sem uma boa dose de argumentação e prova. por me teres incutido a curiosidade e admiração pelas coisas do mundo. pela transmissão de sabedoria, conhecimento e gosto pela cultura… da que se aprende depois das aulas. por todas as conversas e discussões que te ouvi com amigos mesmo sem perceber patavina. por me levares para a cerca da noite… pelas férias em tantos locais maravilhosos. Obrigado pelos belos jantares e almoços. por me ensinares a ir pela minha cabeça. por me teres levado tantas vezes e repetidas vezes aos desportos que amei. por teres pago e ajudado nos meus estudos. Obrigado por me teres ensinado a ler. Obrigado por me teres ensinado a dizer obrigado e desculpa.
Grand Slam
They did it again. Depois de 2005 e 2008 o País de Gales ganha novamente o Grand Slam.
O jogo final contra a França, que deu uma digna réplica (não esquecer que estamos a falar dos vice campeões do mundo), não foi um grande jogo.
Muita luta, uma arbitragem fora do comum (Alain Joubert apitou a tudo quanto "mexia") e apenas um ensaio.
De qualquer modo o País de Gales foi de longe a melhor equipa do torneio.
Auguro grandes exitos no próximo tour "down under".
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Torneio das seis Nações
2012/03/17
A Culpa
Um amigo enviou-me esta lenga-lenga, sem autor.
A coisa não tem grande qualidade mas nãodeixa de ter alguma graça e alguma verdade.
A CULPA
A culpa é do pólen dos pinheiros
Dos juízes, padres e mineiros
Dos turistas que vagueiam nas ruas
Das 'strippers' que nunca se põem nuas
Da encefalopatia espongiforme bovina
Do Júlio de Matos, do João e da Catarina
A culpa é dos frangos que têm HN1
E dos pobres que já não têm nenhum
A culpa é das prostitutas que não pagam impostos
Que deviam ser pagos também pelos mortos
A culpa é dos reformados e desempregados
Cambada de malandros feios, excomungados,
A culpa é dos que têm uma vida sã
E da ociosa Eva que comeu a maçã.
A culpa é do Eusébio, que já não joga a bola,
E daqueles que não batem bem da tola.
A culpa é dos putos da casa Pia
Que mentem de noite e de dia.
A culpa é dos traidores que emigram
E dos patriotas que ficam e mendigam.
A culpa é do Partido Social Democrata
E de todos aqueles que usam gravata.
A culpa é do BE, do CDS, do PS e do PCP
E dos que não querem o TGV
A culpa até pode ser do urso que hiberna
Mas não será nunca de quem governa.
A coisa não tem grande qualidade mas nãodeixa de ter alguma graça e alguma verdade.
A CULPA
A culpa é do pólen dos pinheiros
Dos juízes, padres e mineiros
Dos turistas que vagueiam nas ruas
Das 'strippers' que nunca se põem nuas
Da encefalopatia espongiforme bovina
Do Júlio de Matos, do João e da Catarina
A culpa é dos frangos que têm HN1
E dos pobres que já não têm nenhum
A culpa é das prostitutas que não pagam impostos
Que deviam ser pagos também pelos mortos
A culpa é dos reformados e desempregados
Cambada de malandros feios, excomungados,
A culpa é dos que têm uma vida sã
E da ociosa Eva que comeu a maçã.
A culpa é do Eusébio, que já não joga a bola,
E daqueles que não batem bem da tola.
A culpa é dos putos da casa Pia
Que mentem de noite e de dia.
A culpa é dos traidores que emigram
E dos patriotas que ficam e mendigam.
A culpa é do Partido Social Democrata
E de todos aqueles que usam gravata.
A culpa é do BE, do CDS, do PS e do PCP
E dos que não querem o TGV
A culpa até pode ser do urso que hiberna
Mas não será nunca de quem governa.
2012/03/16
Stupid answers to stupid questions
Como os jogadores e treinadores de futebol, salvo raras e honrosas excecões, não têm o "drive" suficiente para responder de forma adequada ás perguntas dos jornalistas(?), o título do post foi adaptado à realidade.
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Jornalistas(?),
Mad Magazine
2012/03/11
A Europa dos cafés
"Desenhe-se o mapa das cafetarias e obter-se-á um dos marcadores essenciais da ideia de Europa», escreve George Steiner no ensaio A ideia da Europa."
João Ventura no O Leitor sem Qualidades disserta sobre assunto aqui e aqui.
Eu, que sou, desde o Café Central em Almada, onde o meu pai me levava aos sábados de manhã, um indefétivel da "instituição", não posso estar mais de acordo.
Ainda hoje não consigo ler os jornais em casa. Ele lia o Diário de Notícias e eu lia o Condor Popular e o Cavaleiro Andante e, uma vez por mês esses dois, mais o Álbum do Cavaleiro Andante. Uma festa.
Há pouco mais de uma semana fiz umpériplo pela Bélgica, Luxemburgo, Alemanha e Austria. Os cafés continuam lá, como cá.
Steiner tem razão
João Ventura no O Leitor sem Qualidades disserta sobre assunto aqui e aqui.
Eu, que sou, desde o Café Central em Almada, onde o meu pai me levava aos sábados de manhã, um indefétivel da "instituição", não posso estar mais de acordo.
Ainda hoje não consigo ler os jornais em casa. Ele lia o Diário de Notícias e eu lia o Condor Popular e o Cavaleiro Andante e, uma vez por mês esses dois, mais o Álbum do Cavaleiro Andante. Uma festa.
Há pouco mais de uma semana fiz umpériplo pela Bélgica, Luxemburgo, Alemanha e Austria. Os cafés continuam lá, como cá.
Steiner tem razão
2012/03/10
Jean Giraud
Giraud, Gir, Moebius, foi em todos os seus heterónimos um excepcional narrador de histórias e vai continuar no imaginário de todos os seus orfãos.
R.I.P.
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Moebius
2012/03/09
Biblioteca Pública
Hoje fui inscrever-me como leitor na Biblioteca Pública de Cascais em Tires/S. Domingos de Rana.
Fiquei agradavelmente surprendido com as ótimas instalações, o acervo livreiro e multimédia, o número de PC á disposição, a sala para crianças, o auditório e um atendimento amável e profissional, servido por um bar agradável cujo único defeito é não terem uma cervejinha fresca que no dia de hoje vinha mesmo a calhar.
Todas as salas têm uma luminosidade fantástica.
O sítio recomenda-se.
Trouxe para casa dois Cormack Maccarthy que não sabia existirem. O primeiro é de 1970(?).
Fiquei agradavelmente surprendido com as ótimas instalações, o acervo livreiro e multimédia, o número de PC á disposição, a sala para crianças, o auditório e um atendimento amável e profissional, servido por um bar agradável cujo único defeito é não terem uma cervejinha fresca que no dia de hoje vinha mesmo a calhar.
Todas as salas têm uma luminosidade fantástica.
O sítio recomenda-se.
Trouxe para casa dois Cormack Maccarthy que não sabia existirem. O primeiro é de 1970(?).
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S. Domingos de Rana
2012/03/08
O Provedor 2
Transcreve-se o comentário de José Pacheco Pereira no Abrupto sobre o mesmo assunto do post anterior-
Este texto de autoria do Provedor do Diário de Notícias Óscar Mascarenhas retrata bem o modo como alguns jornalistas actuam na propaganda governamental. É o retrato do puro situacionismo, antes com o governo PS, agora com o governo PSD-CDS. A "notícia" referida nesta nota era tão evidentemente um "recado" governamental que estava a preparar um comentário meu num "mau trabalho" para o Ponto Contraponto na SICN. Talvez, insisto talvez, já não valha a pena fazê-lo depois deste texto do Provedor. Mas, a seu propósito, fui reler alguns comentários antigos de 2009, ainda na era Sócrates, do "índice do situacionismo" que envolvem o mesmo jornalista. Se tiverem paciência voltem lá, está lá tudo: intenção, métodos, manipulação, "recados" e serviços. É por isso que, ao ler o Óscar Mascarenhas, tenho esta enorme sensação de déja vu.
Este texto de autoria do Provedor do Diário de Notícias Óscar Mascarenhas retrata bem o modo como alguns jornalistas actuam na propaganda governamental. É o retrato do puro situacionismo, antes com o governo PS, agora com o governo PSD-CDS. A "notícia" referida nesta nota era tão evidentemente um "recado" governamental que estava a preparar um comentário meu num "mau trabalho" para o Ponto Contraponto na SICN. Talvez, insisto talvez, já não valha a pena fazê-lo depois deste texto do Provedor. Mas, a seu propósito, fui reler alguns comentários antigos de 2009, ainda na era Sócrates, do "índice do situacionismo" que envolvem o mesmo jornalista. Se tiverem paciência voltem lá, está lá tudo: intenção, métodos, manipulação, "recados" e serviços. É por isso que, ao ler o Óscar Mascarenhas, tenho esta enorme sensação de déja vu.
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